tou cuma leseira… preguiça… acho que vou ali tirar um cochilo e volto já já…
(já estou de volta, mas efeito salvador é poderoso, vocês sabem)
tou cuma leseira… preguiça… acho que vou ali tirar um cochilo e volto já já…
(já estou de volta, mas efeito salvador é poderoso, vocês sabem)
Zel, há 11 anos eu juro que achava que essa história de lentidão na Bahia era folclore. Até que minha pressa foi testada “in loco”.
Após 4 dias instalando um equipamento de computação gráfica e dando o respectivo treinamento lá em Itabuna, parto na correria para Salvador. Detalhe trágico: teria de percorrer os quinhenhos e pico de quilômetros de madrugada, e eu não durmo em ônibus.
Bom, chego na rodoviária de Itabuna (onde sujeito caga na pia) às 22h30, com passagem marcada para as 23h30. Como o que me mantém acordado é barriga cheia, vou à lanchonete e peço um “poderoso xissalada con cueca-cuela”. Nisso eram 22h40.
Bateu 23h10 e nada do xissalada! Estressei “legal”. A “lenda” estava confirmada, para meu desgosto. Tive que comer correndo (coisa que detesto) e agüentar 6 horas de azia na madrugada.
O resto da história eu conto no meu blogue
Beijo do Erik
Bom, história boa tem começo, meio e fim. Vamos para o meio dela (epa, opa!)
Depois de chegar arrebentado em Salvador, não dormir nada, atender outro cliente, fui “voando” para o Dois de Julho (como é o nome atual mesmo?) para pegar o vôo de volta a SP, previsto para as 14h00 (pela Transbrasil, alguém se lembra)?
Bueno, pra encurtar a história, o pessoal do escritório aqui de SP me deixou na mão e eu só pude embarcar às seis e meia da tarde.
Bom, eu já tava moído de sono. Com fome é que eu não podia ficar (senão eu incorporava o Bill Foster de “Um Dia de Fúria”). Aí vem a parte realmente boa.
Fui almoçar num dos restaurantes do aeroporto (não me lembro se tinha mais de um) e PIMBA! “Lenda da lentidão desconfirmada”. Um dos atendimentos mais corteses e eficientes que já tive nas minhas andanças “restaurantísticas”, mesmo sendo um “late-luncher”. E que almoço!! Meu mau-humor foi pro espaço e a “lenda” voltou a ser “lenda”, na minha experiência pessoal.
Enfim, como diz o ilustre Fredão, “cada causo é um causo”
Já de quem? De baiano? Então demora 1 mês…