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setembro 2009 Archives

setembro 11, 2009

mexidinho de sexta-feira

quem sabe um dia eu consigo largar essa vida de fazer mil coisas e volto a ter tempo pra blog, twitters, facebooks e afins? atualmente, se eu conseguir almoçar fora do escritório já tou feliz.

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é verdade que sempre tem uns 3 ou 4 amigos que permanecem no perímetro no matter what, mas quando experimento parar de entrar e contato, convidar pra sair, e espero lembrarem de mim... sempre rola uma decepção generalizada. são sempre os mesmos 3 ou 4.

pensando bem, 3 ou 4 até que tá bom :)

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ontem eu recebi um dos elogios mais legais de toda minha vida. mas não riam, tá? :) um colega de trabalho (americano) mandou pro meu chefe um mail sobre mim que começava com a seguinte frase: that woman is absolutely magical. o cara foi super-generoso comigo, mas essa frase eu achei sensacional e deixou meu dia mais feliz.

pois já combinei com a denize (que também é magical woman) que faremos camisetas :)

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estou decidida a fazer o pedacinho do caminho de santiago, e pra isso preciso começar a andar. parece simples, mas acreditem em uma sedentária crônica - não é. a minha ioga semanal não ajuda quase nada nesta preparação (talvez ajude na prepação mental :)). eu preciso andar e vou começar hoje.

vou contando aqui como está meu plano de caminhada, quem sabe me ajuda a ir em frente!

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2 filmes OK e 1 filme totalmente não OK:

marley e eu: pra fãs de cachorros :) chorei até cansar, porque sei como é triste perder amigos e também porque o filme me fez lembrar de todas as vezes que passei pela mesma situação com meus ferrets. apesar da cara esquisita de botox da jeniffer aniston, gostei.

watchmen: eu sou fã do quadrinho desde os 20 anos e achei o filme digno, além de bem divertido. não sei como seria assistir o filme sem conhecer o quadrinho, mas gostei, me diverti e recomendo.

missão babilônia: meu deuso, é o pior filme ever. os efeitos são muito bons, e isso é só. o fer acha que o vin diesel melhorou como ator, mas eu não tenho opinião formada, porque não vi mais nada dele.

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a jabuticabeira lá de casa tá lotada pela segunda vez nos últimos 2 meses. estou morrendo de comer jabuticaba do pé, e poucas coisas são mais gostosas que isso. quase me sinto criança de novo.

e por enquanto é só, porque a casa tá caindo por aqui. cuidem-se.

para os fãs de bossa-nova

eu sou. leiam, já que eu ainda não consegui:

Getz/Gilberto, naturalmente, tornou-se o clássico dos clássicos e, até hoje, botá-lo para tocar é uma experiência insuperável. Quem consegue acreditar que esse disco já existe há 45 anos? E como convencer os mais jovens de que foi gravado em apenas dois dias e ao velho estilo? Ou seja: nada dessa história de gravar primeiro as "bases" - piano, contrabaixo e bateria - para depois o cantor "botar a voz" ou o saxofonista solar por cima. Eram todos ao mesmo tempo no estúdio, tocando juntos - se um errasse, tinham de parar e começar de novo.

it's us in the tape!

gente, o máximo a matéria da angelica. confiram, por favor:

You won’t need to be part of the “in” crowd to hear about the underground restaurant movement. Paying to dine with strangers at a clandestine location instead of eating at a mainstream restaurant is all the rage in London at the moment and the word is spreading like wildfire.

Secret eateries are not necessarily a novelty – Paris-based American writer Jim Haynes has hosted open-door dinners for the past 30 years, “locked door restaurants” or “paladares” have been around for decades in the US and South America.

setembro 17, 2009

a primavera

eu sei que ainda não chegou a estação mais bonita do ano, mas aqui em casa já dei boas vindas à chegada das flores.


nunca vi essa planta tão florida na vida!

o pé de jabuticaba tá carregado (pela segunda vez esse semestre), mas elas estão cobertas por esse pó amarelo... alguém sabe o que é isso e como evitar?!

terceira idade

vocês já se deram conta que esse blog faz DEZ ANOS em junho do ano que vem?!

acho que isso merece uma festa, não? se eu convidar pra uma festa de verdade (ao vivo, em cores e tal) vocês vêm? ;) responda ali nos comentários, por favor. quero ter uma idéia do tamanho da encrenca que estou me metendo.

e eu sei que falta um tempo, mas é bom começar a planejar, porque se 10% do povo que aparece aqui pra ler resolver aparecer na festa, vou cozinhar pra muuuita gente...

setembro 18, 2009

os anos passam e as pessoas mudam

(quero crer que para melhor)

pois eu reli as brumas de avalon, e terminar a história foi praticamente uma tortura. tive que fazer um certo esforço pra ir adiante sem jogar o livro na parede várias vezes.

minha primeira leitura foi aos 23 ou 24 anos (ou seja, há 15 anos) e lembro de ter gostado, e muito. na época fiquei com uma ótima impressão da série, aquela coisa "a história da távola redonda do ponto de vista feminino" e tal-e-coisa. hoje, se fosse resumir, seria algo como "a baixa auto-estima das mulheres destruindo reis e reinos, desde tempos imemoriais".

mas antes de explicar o que me incomodou, adianto que a história é bem contada e tem um apelo interessante. incesto, intriga, guerra, religião, romance, traição, um tiquinho (bem inho) de sexo e (aham) política e história. se você conseguir não se incomodar com o que vou mencionar, pode ler sem medo e será divertido.

a história é contada do ponto de vista das mulheres da história, basicamente: morgana (a irmã do rei artur e mãe do herdeiro do mesmo rei, mordred), guinevere (a rainha e mala sem alça), morgause (tia da morgana e do rei artur, irmã de igraine), igraine (mãe de artur e morgana) e viviane (senhora do lago, sacerdotisa de avalon).

o que me irritou no decorrer da história toda é o sentimento de inadequação expressado constantemente por todas as mulheres da história. elas se sentem inferiores umas às outras o tempo todo, procuram a aprovação dos seus homens o tempo todo e vivem em função do que os outros acham e querem.

morgana é morena e pequena, e tem inveja de guinevere, que é loura e alta. guinevere tem inveja da liberdade de morgana e dos seus cabelos negros e atitude. igraine vive em função do marido (o rei) abre mão de ser mãe para proteger os interesses do reino. estas todas sofrem com sua aparência (ou são muito velhas ou muito novas ou muito magras ou muito altas ou...) e com culpas relacionadas às suas crenças. guinevere vive imersa em culpa cristã e morgana vive em crise com a deusa e seus caminhos tortos. todas insatisfeitas e infelizes consigo mesmas, com o que são, até o final de suas vidas.

morgause é a única que prioriza sua vontade e prazer, que aproveita a vida e lida com os homens de igual pra igual. ela se acha bonita (e por isso mesmo ela é), é dona do seu nariz e faz o que bem entende. e, surpresa!, é a criatura mais malvada de todo o livro, a personagem mais cruel e manipuladora, que acaba (adivinhem?) sozinha e renegada por todos ao seu redor.

por que será que essas coisas não me chamaram a atenção aos 23 anos? tenho uma teoria (que vale só pra mim, é claro): eu me identificava com o cenário. também me sentia constantemente inadequada, me comparava com a vizinha e achava que tudo o que eu tinha era pior do que o que as outras mulheres têm. além, é claro, de achar que meu "eu passado" era melhor que meu "eu presente" e que meu "eu futuro" seria melhor que meu "eu presente". constantemente insatisfeita com o agora, procurando consolo no passado idealizado ou no futuro inventado.

elas todas são mulheres-reflexo - vivem e são somente em função dos seus pares e principalmente de seus homens. sua existência só faz sentido quando validada pelo outro.

e morgause, é claro, era a concretização de tudo aquilo que eu não era. exatamente por isso ela encarna a tradicional bruxa má, aquela desgraçada que faz tudo que eu queria fazer e é tudo que eu não sou :)

15 anos depois, as coisas são um pouco diferentes. ainda me vejo um pouco presa na armadilha de me definir sempre pelo outro, esperando aprovação ou validação, eternamente achando que sou inadequada. mas a briga pra me livrar dessa maldição tá adiantada - me incomodo com esse modus operandi, quero me livrar dele e exatamente por isso me incomoda tanto observar esse padrão. as mulheres de brumas de avalon são como eu, mas não querem mudar! elas se rendem à maldição, aceitam e morrem infelizes e isoladas (em conventos, nos seus castelos ou na ilha de avalon).

e será que é preciso ser morgause-a-bruxa-má pra ser feliz e independente? será que mulheres que se aceitam como são e não ficam esperando aprovação são realmente bruxas más? (um monte de homens acham que sim. você que é mulher e tenta ser independente, preste atenção à quantidade de homens que torcem o nariz pra você)

concluo que quero me livrar desse horror de me sentir sempre inadequada (corpo, cabelo, pele, cores, altura, profissão, tudo errado) e também de me sentir culpada por pensar em mim antes de pensar nos outros. e o livro, afe, é uma série de contra-exemplos de tudo aquilo que eu quero ser (e serei!) como mulher.

que momento pra reler esse livro... sermpre acreditei que nossas leituras promovem um diálogo interior, que é facilitado pelo autor que nos apresenta a história. não atribuo minha indignação à autora, obviamente. não quero desmerecê-la e muito menos ao livro. ele é (como tudo, aliás) só um espelho, e eu refleti exatamente o que me incomoda, o que neste momento me salta aos olhos.

vejam vocês: eu aqui com quase quarenta anos e ainda me debatendo com as questões mais básicas de como ser mulher sem sofrer e como aceitar a si mesmo como se é...

(que eu continue assim até os 100 :))

setembro 20, 2009

um pouco de nada

desde quinta, acho, estamos ouvindo um barulho aqui em casa (que vem do lado de fora) que parece um "pim" de alarme, que soa metálico e parece um esquema de pergunta-e-resposta (pim-pom). achei que podia ser alarme de alguma casa ou carro, sei lá.

depois de investigar e não encontrar nada, temos uma teoria: sapos. sapos animados e procurando parceiros/as :) alguém aí sabe de sapos que fazem esse barulho metálico?

por favor me dêem uma luz, porque estamos doidos atrás de uma explicação, já que não conseguimos dar fim no pim-pom dia e noite...

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FYI - eu não gostei da segunda temporada de true blood. espero sinceramente que a próxima seja melhor...

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para os que gostam de videogame, vamos a um resumo dos últimos meses de x-box:

* as três luzes vermelhas apareceram. e, milagrosamente, o x-box voltou a funcionar. nós não sabemos o porquê e nem vamos questionar. ele ressuscitou!

* terminei (a história principal, pelo menos) oblivion, e o jogo é incrível, com sistema medieval (capa e espada). mais de 110h de jogo e ainda falta muito pra terminar todas as missões. comecei fallout 3 e é o mesmo sistema de jogo, mas em outro contexto (pós apocalíptico). igualmente maravilhoso e altamente viciante.

* resident evil 5 tem um visual incrível e ótima jogabilidade. jogamos cooperativamente, com tela dividida, e foi a única vez que me diverti com um joo neste sistema. mas fico em dúvida se alguém com uma TV menor que a nossa (50 polegadas) consiga jogar e enxergar o que acontece na tela... e quanto ao jogo, apesar de bom, achei pior que o anterior (te voy hacer picadillo :))

* silent hill continua a-pa-vo-ran-te. não consigo jogar por muito tempo porque dá taquicardia, juro por deus. pior: o marido rindo dos meus sustos, enquanto eu morro de medo :) comecei há pouco tempo e pelo jeito vem muito medo pela frente. e tem vozes sussurando "alex" (o nome do personagem) enquanto eu exploro corredores vazios (quando estou com sorte).

* culdcept é legal como sempre, mas com os outros jogos todos... tá difícil voltar pra ele :)

setembro 23, 2009

uma chinelada na barata dela

a clô escreveu, a escreveu e eu não consigo não escrever: tiraram a propaganda das havaianas do ar porque a avó fala com a neta sobre sexo.

leia mais detalhes na clotilde, que vale a pena - tem inclusive vídeo contra a propaganda. pessoalmente, achei a propaganda mais ou menos, mas porque a avó não me convenceu falando pra neta se jogar :)

mas então: reclamaram da propaganda porque fala de sexo na TV. um momento por favor, colegas, que eu não entendi: a avó falar a palavra SEXO na propaganda, dentro de um contexto sem nenhuma erotização, é um problema. mas e o povo se pegando forte nas novelas, a mulherada pelada nas propagandas de cerveja, as dançarinas do faustão rebolando, as dançarinas dos "tchans" na boquinha da garrafa, as letras de música de pagode, forró e country e, por nossa senhora de aparecida, o funk?

pra não falar das menininhas de 5 anos de saltinho, batom, esmalte e roupa de mini-puta, né. isso tudo não tem problema, aparentemente, mas então qual é o problema?

o problema talvez seja a questão do sexo casual, sem envolvimento, que a avó sugere. mas e os constantes relacionamentos fora do casamento nas novelas das 6, 7 e 8? e a putaria de malhação, na sessão da tarde? isso tudo, pelo jeito, está OK.

ou será que o problema é ser uma avó, e avós não devem falar de sexo?

e talvez seja simplesmente a normalidade da conversa que incomoda - sexo tratado de forma leve, normal, como parte da vida de velhas e jovens, homens e mulheres. pra quantas pessoas será que sexo é realmente alguma coisa normal, natural, cotidiana e principalmente gostosa?

não é à toa que o mundo está lotado de homens pervertidos - uns totalmente enrustidos, outros pegando prostituta pra liberar os demônios e outros estuprando e matando gente por aí. sexo é controle, dominação, forma de subjugar o outro. usamos inclusive o insólito verbo "possuir" para a concretização do ato sexual (sempre dominado pelo homem, claro), vejam vocês.

tampouco é à toa que o mundo está lotado de mulheres frustradas e/ou manipuladoras. ou nos sentimos culpadas por desfrutar do nosso próprio corpo, por sentir prazer, ou transformamos a frustração em martírio (nosso ou dos outros). somos usadas, "objetizadas" e controladas. mulher é pra enfeitar e exibir, como cavalo ou cachorro de exposição.

a verdade é que pra maioria das pessoas sexo é guerra e dominação (um cede e o outro toma), feito escondido com luzes apagadas, cheio de regras e culpas.

muito me entristece observar essa realidade e ver uma empresa do porte das havaianas ceder a esse tipo de pressão. modernidade é o caralho, eu quero é vender chinelo, ok? perderam uma ótima oportunidade de se posicionar modernamente e mandar os recalcados às favas.

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e se você se sentiu ofendido pela propaganda, eu tenho uma coisa pra dizer: vai se tratar, e rápido. alguma coisa está muito errada se você assiste TV e se incomoda com essa propaganda mas não se incomoda com o restante da programação (e do mundo, aliás).

setembro 24, 2009

eu não gosto do bom senso(*)

não tem importância se você concorda, discorda ou muito pelo contrário: leia a matéria aí embaixo. é saudável ter gente pensando (e se expressando) na contramão.

Hoje, temos uma plataforma do narcisismo pós-industrial, estamos obcecados por nós mesmos. Veja, como exemplo, a idéia de que no Twitter nós acreditamos que é importante anunciar o que estamos comendo no almoço, onde estamos indo... O que é interessante e controverso sobre a internet é que estamos cada vez menos sociais, mais e mais individuais. Toda ambição da mídia social está errada. A mídia social deveria tornar as pessoas mais sociais, mas elas estão ficando mais narcisistas. A culpa não é da tecnologia ou da internet, elas não têm mente, não têm cérebro. É uma causa e conseqüência do que somos, de como agimos na sociedade capitalista. Isso é muito preocupante, eu penso.

(*) senhas, adriana calcanhoto

mas então...

... depois que deixaram comment ali no post achando legal e democrático tirar a propaganda do chinelo do ar pra não impor uma posição, eu desisto.

se o movimento foi de marketing, no fundo, não me importa. o fato de ainda existir quem se sinta incomodado com o diálogo me deixa pasma. e vou concordar se vocês me chamarem de alienada, porque afinal o que eu esperava? um mundo de gente feliz, esclarecida e de bem com a vida?

tá, já que não vou cair na real nunca, vamos à ficção e às viagens internas.

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nada como homens lindos e histórias de terror para animar alguém :) eu não vou aguentar esperar, preciso ver a nova temporada de supernatural. alguém por favor explica porque demora tanto pra passar na TV aqui no brasil? só falta implorar pra gente baixar a cópia jack sparrow.

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tou quase acabando um livro massa - volto já. um alemão no caminho de santiago de compostela (trecho francês).

quanto mais leio, mais tenho vontade de fazer pelo menos a última parte do caminho. e ele encontra todo tipo de gente maluca e legal no caminho, inclusive uma brasileira que quase me faz morrer de vergonha alheia. super-recomendo!

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vocês viram gran torino? meu deus, como o clint eastwood é o máximo. vejam djá.

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quem não tem do que reclamar, arranja. tudo pode estar às mil maravilhas e ainda assim vai encontrar alguma coisa, minúscula que seja, pra reclamar.

eu sou assim tanto quanto todo mundo, mas detesto. faço esforço diário pra ver o lado bom das coisas (e sempre tem, aliás) e tento encontrar beleza até no que me assusta.

acho que sou mais feliz que a maioria, exatamente por isso. várias pessoas me dizem que eu "vivo sorrindo" e que nunca estou de mau humor. o meu marido discorda veementemente, obviamente sem nenhuma razão :)

ser feliz é estar feliz quando é possível estar feliz. e quando é possível? quase sempre. basta prestar atenção ao seu redor e entender que as coisas boas estão todas ali, prontas pra você ver, sentir, viver. e quando as coisas ruins acontecem, é só fazer o que deve ser feito (e isso às vezes significa somente esperar!) e passa.

e é verdade, tudo passa. e a gente só acredita que isso é verdade quando pela primeira vez deixa passar, sem fazer grandes esforços.

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