Pra se guardar

Quero falar um pouco sobre isso hoje, em especial em meio à pandemia. Tenho amigues espalhados pelo Brasil todo e pelo mundo desde muito jovem, graças à minha primeira graduação. Era pouca gente de SP/capital, onde nasci e cresci.

Fiz amigos pra vida toda dos 17-20 anos, que eram de estados variados do Brasil, e que se espalharam pelo mundo. Vários dos meus amigos de infância também se espalharam pelo mundo, e amigos da fase adulta também.

Eu nunca deixei isso ser um impedimento para o amor e amizade. Fosse por carta (pois é), visitas (amo viajar e visitei vários amigos pelo Brasil todo e pelo mundo) ou usando a bendita internet desde 1995, me mantenho em contato.

Tenho amigues que encontrei pessoalmente UMA vez e somos próximas (Renata, acho! Hahahhahaha); alguns nunca encontrei, e somos também próximas (Gracinha) . Outros fui muito próxima por anos, fisicamente, e hoje me mantenho próxima de outras formas (Denize, Daniela, Fabiola, Fernando). Alguns encontrei várias vezes, mas esporadicamente, e amo (Claudia, Priscilla ❤️)

Poderia encher esse post de amigos. A Márcia, Naomi, Lauren que são amigas de criança e agradeço sempre por poder tê-las por perto. Tem o Alexei e a Fernanda na Nova Zelândia, tem o Gabriel em Manaus e o Gui na Suécia.

Basta dedicar um pouco de tempo e amor pra estar próximo de quem a gente ama. Eu sempre tenho tempo pra quem eu amo! Faz parte da minha meta na vida — espalhar amor, porque eu recebo muito e acho que devo retribuir ❤️

E ainda tem minhas mães e irmãs, Vera e Vera, que me acompanham onde eu for. Além das mães de vocês todos que já foram minhas mães tantas vezes.

Um abraço e um beijo enorme, de longe, com muito amor. Fiquem juntos mas separados 😘

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