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Posts Tagged ‘10anos’

O SORTEIO! :D

julho 2, 2010 9 comments

confiram os ganhadores! vou mandar email pra cada um, pedindo endereço pra mandar os prêmios, tá?

(se não conseguir ver, entra aqui)

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o vídeo e o sorteio

julho 1, 2010 1 comment

povo, eu preciso de assistente pra filmar o sorteio, e ontem não deu tempo. prometo filmar hoje, tá?

45 concorrentes (o fer não pode, tem conflito de interesse, principalmente tratando-se do brownie :D), boa sorte procês!

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história derradeira: fer

julho 1, 2010 5 comments

Oi, Zel. Eu sou o Fernando. Seu marido. Isso, o último.

Bom, eu me lembrei de uma história que tem tudo a ver com esse blog.

Foi pelo blog que te conheci.

Na verdade, acho que o seu blog me levou ao blog do seu marido de então (o penúltimo…). Simpatizei com o cara, e ele tinha uma mulher que escrevia bem e parecia a melhor amiga que alguém podia ter. Esse contato me levou a uma(s) festa(s) na sua casa (eu saí numa foto, lá no cantinho, sentado sozinho, lembra?). E você era incrível. Mesmo descontando o vestido meio transparente.

Casamentos vão, casamentos vêm, e eu descobrindo que você estudou no ITA, que gostava da Hilda Hilst, do Chico, de Memória da Pele. De dodôs!

Pelo blog sabia que você estava triste. O blog me cochichava quando te levar presentes.

Pelo blog acompanhei de fora (só assim) a gente nascendo (“Arca de Noé”), a gente crescendo (“posts particulares tornando-se públicos”, “as canções que você fez para mim”, “urgência”, “de porque as estrelas piscam”).

Pelo blog continuo acompanhando seu dia, o desenrolar da sua noite, os outros lados das nossas conversas, as outras visões de nós e de mim mesmo. No seu blog me vejo, me leio.

Eu visito seu blog todos os dias.

Este blog me trouxe você. Eu me apaixonei pelo blog antes. No limite, esse blog nos colocou juntos, nos deu os lares, os furões, o piolho. É um blog safado, esse.

Enfim, é uma historinha curta; vem acontecendo só há uns 10 anos. E contando…

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história #45: sheilinha

junho 30, 2010 1 comment

Conheci a Zel no trabalho. Então para mim ela nasceu Ivanise, a executiva da GM, minha cliente. Houve quem temesse pela nossa empatia – afinal, duas pessoas com personalidade e convicções fortes e bem estabelecidas só têm dois caminhos possíveis: se entendem perfeitamente, ou se desentendem radicalmente. Para minha felicidade, nos reconhecemos, aceitamos e passamos a colaborar desde o primeiro minuto. Nas reviravoltas do mundo corporativo, a Ivanise passou de minha cliente a minha colega de trabalho. Mas o melhor desta gestação estava por desabrochar: uma amizade genuína, resiliente e baseada numa admiração mútua que só fez crescer e se transformar à medida que vamos colecionando “quilômetros rodados” juntas… A Zel do blog eu conheci depois. E lendo os depoimentos, parece que a Ivanise que conheci e admiro desde o princípio, já era esta Zel na qual ela se transformou com o tempo. Seja como for acho sinceramente que eu teria amado cada uma das muitas Zels que existiram nela – pelo menos é o que sinto lendo a Zel do blog. Porque pelo menos para mim, que passei a ser leitora assídua desde então, me parece que a essência da Ivanise que aprendi a amar existe e existiu em cada Zel que ela foi. Já me emocionei, me diverti a valer, parei para pensar e principalmente descobri, não apenas pelos posts mas também pelos comentários que outros leitores deixam por lá – que muitos outros pensam/sentem como nós (mesmo quando achamos que estamos sós em algo). Amo as fotos, os furões, a leitora, a cinéfila, a observadora do mundo à sua volta. E para minha felicidade, aprendi a amar também os alvos do amor mais genuíno dela – o marido, os ferrets, o maracujá, a linda irmã (só mesmo o playstation nunca conseguiu chamar minha atenção (rs). Para mim é uma honra ser leitora assídua do blog e amida da pessoa maravilhosa cujas ideias o mantém vivo. Te amo querida!

Que estejamos todos aqui para comemorar os próximos 10 anos! Beijos! 🙂

Sheila Maceira

blog: http://lesamisdelamusique.blogspot.com

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prazo encerrado, histórias publicadas

junho 30, 2010 5 comments

que mês, gente. muitas emoções, essas histórias quase me matam do coração. chorei feito criança lendo várias delas e chorei ainda mais respondendo. sou uma manteiga derretida.

novamente, obrigada. adorei todas as histórias e ainda estou estupefata com a quantidade de pessoas, sentimentos, histórias. é muita conexão, relacionamento, mudança.

se tudo der certo, hoje o fer me ajuda a filmar o sorteio dos prêmios e publico o vídeo amanhã. junto com o sorteio, a última história: sim, a dele próprio!

não podia deixar por último outra história senão a do fer, que é marido, homem da minha vida, amante e amado, companheiro de vida, comparsa no crime e pai do piolho. mais um rio de lágrimas amanhã, é claro 🙂

beijos e obrigada, povo! vocês são demais.

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história #44: paula machado

junho 30, 2010 1 comment

Fiquei muito tentada a escrever a minha história, mas, ao mesmo tempo, muito envergonhada.

Conheci o blog, como muita gente, através do Delícias Cremosas. Um dia, na faculdade, fuçando na internet, dei de cara com o blog. E, como muita gente falou, entre tantas mulheres, você foi a que mais me chamou atenção.

De lá para o seu blog pessoal, foi um pulo. E eu me vi encantada com o que você escrevia. Você representava quase tudo que eu queria ser. Muitas vezes parei para pensar no que você dizia, sobre a vida, sobre relacionamentos, sobre os animais. Discordei de muitas coisas também, mas você realmente tem o dom de lançar a sementinha, de fazer com que as pessoas reflitam.

Adorava os posts e as fotos dos furões. Eu vi um furão pela primeira vez no seu blog e achei o máximo!

Coincidentemente, algum tempo depois, comecei a namorar um rapaz que comprou um furão. E outro. E outro. E conviver com aqueles bichinhos era uma alegria.

E eu sempre corria pro seu blog para saber mais sobre eles. Lembro que uma vez te escrevi porque um dos meninos estava doente e eu não achava veterinário aqui em Brasília, e você foi extremamente solícita, me indicando um vet de SP mesmo, que me atendeu por telefone e ajudou. Infelizmente, um dos furões morreu, pq aqui não existe nenhum vet especializado.

E foi através do seu blog que eu descobri o quanto é cruel esse mercado de furões. Apesar de serem bichinhos maravilhosos, não merecem esse sofrimento todo que inevitavelmente passam.

E quando meu namorado morreu, eu tive que tomar a decisão de cuidar dos furões. E a única pessoa em que pensei foi em você. Eu sabia que você poderia me ajudar. Mas não imaginava que seria com tanto amor e carinho.

Sou eternamente grata a você, ao Fer, por terem adotado os dois furõezinhos da minha vida. Eu sei o quanto eles foram amados e cuidados por você. E isso não tem preço.

Infelizmente, não tive a oportunidade de conhecê-la e ao Fer, mas me sinto ligada a vocês, pelo amor ao bichos.

Me sinto meio culpada por nunca mais ter te procurado, ter falado com você, ter agradecido mais.

Queria apenas que você soubesse que fez MUITA diferença na minha vida.

Beijos,

Paula.

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história #43: beth

junho 30, 2010 Leave a comment

eu não me lembro como te conheci. ou como cheguei no blog, nem quando. sei que faz tempo, muito tempo, e ao mesmo tempo que eu me assusto quando percebo que esse tempo passou tão rápido, fico MUITO FELIZ em perceber que eu sou uma pessoa muito melhor – além de mais feliz.

hoje, lendo as histórias publicadas, eu vejo que estive paralelamente ali em tudo. e nunca cheguei mais perto porque… sei lá. acho que além de uma certa dose de timidez, ainda me resta uma bobagem adolescente de não ser “bonita-inteligente-descolada” o suficiente para participar da sua vida.

eu me lembro vagamente de um encontro de várias pessoas improváveis numa pizzaria. da sua casa na castro alves – e de um namorado que terminou comigo ali na sua porta porque “não se encaixava naquelas pessoas” (ainda bem, diga-se de passagem), e de outro que eu conheci ali naquela garagem. dos almoços na casa da rosana. da sua risada contagiante, da sua vontade de viver. das festas que eu não fui porque tinha vergonha de conhecer gente. de um reveillon que eu passei no seu apartamento – e você nem estava lá. dos furões, de outro namorado que eu também conheci por sua causa e que mudou tanto minha vida.

e de novo, lendo as histórias, eu vejo o quanto temos em comum. os amigos que você me deixou, como o norbies e o gui, que são pessoas maravilhosas e que me lembram a todo momento o quanto você foi importante na construção do meu caminho. histórias que eu passei, por teimosia, e você esteve ali segurando minha mão – mesmo que virtualmente – nos momentos mais difíceis. dos conselhos que você me deu. das planilhas, das dicas de planejamento, dos sofrimentos com mudanças e reformas. se eu não disser, você nunca vai saber, mas você foi a pessoa que mais me ajudou (e me acalmou) nos turbulentos anos 2004-2007.

(e eu ainda me lembro daquele casaco que eu comprei de você num dos seus bazares de mudança, nunca paguei e você acabou me dando de presente. 20 reais. eu me lembro sempre, e ouço a minha voz dizendo “que feio, elisabeth, nunca pagou a moça”. outra bobagem que me faz ter vergonha de falar com você tantas e tantas vezes.)

você esteve presente nos últimos dez anos da minha vida. 10 anos importantíssimos, onde eu deixei de ser uma criança de 20epoucos e estou, passo a passo, tentando me transformar em uma pessoa melhor. tem muito da sua vida e da sua história em mim.

eu certamente tinha mais alguma coisa pra dizer, mas agora não me lembro de nada. só tenho que te dizer obrigada por ter criado o blog. por ter compartilhado tanta coisa com a gente. por ter aproximado tanta gente. por me mostrar que tanta coisa era possível. 🙂

desejo a sua felicidade, demais.

beijos <3

beth

ilus3, blog, twitter

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história #42: denize barros, a aniversariante do dia!

junho 30, 2010 Leave a comment

Não lembro a data ao certo, mas sei que foi logo que cheguei a São Paulo vindo de Recife, em 2002, quando comecei a escrever um blog chamado “Minha Vida Grayscale” que falava basicamente da minha dificuldade de adaptação nesta cidade. Comecei a andar loucamente por aí, buscar referências e pessoas afins e achei o blog da Zel. Na época tinha um template com pequenas fotos e eu na afobação de querer encontrar amigos perdidos na “Grayscale” mandei um e-mail pra ela toda amiga achando que ela era outra Zel, pernambucana, que tinha cruzado meu caminho em Recife e talecoisa. Enganei-me né, claro. Eu escrevi toda frufruzenta dizendo “oiiii zelllll se lembra de mimmmmm” e ela me respondeu em uma única frase bem seca: “Eu não sou essa Zel e nós não nos conhecemos”. Ok. Ponto. Fique puta da vida, triste dela não ser a Zel que eu pensava. Que besta que eu sou.

E depois desse fora passei a ler o que ela escrevia no blog todo santo dia. Ousada essa criatura! As idéias todas me faziam pensar tanto. E eu me reconhecia nos textos dela de uma forma tão engraçada e inédita. Logo eu que viro amiga de todo mundo da noite pro dia não consegui aceitar que essa Zel não se interessasse ao menos em saber quem eu era, da onde eu vinha. Pois bem. Passa o tempo.

La Reina Madre no seu comecinho, drops da Fal bombando, sou convidada para um randevú na casa da Fal e bem sem conhecer ninguém, vou até lá me enturmar. Quando menos espero chega Zel e Fer, e eu descubro que aquela era a “tal da Zel”, que ela era a melhor amiga do Alê marido da Fal, que o Alê era pernambucano que nem eu e adorava as coxinhas empanadas da Karblen e o resto é história pra boi dormir. Fomos apresentadas ali naquele jantar e demos muitas risadas naquele dia. Tempos depois ela comprou uma bolsa, depois outra, nos adicionamos no MSN, começamos a trocar e-mails, dicas, receitas, quando vimos éramos melhores amigas de infância. Melhor que isso, nos tornamos amigas de fé e irmãs camaradas.

Já se vão alguns anos e seguimos juntas. Somos tão diferentes uma da outra! Um monte de coisa que ela adora eu odeio, e vice versa. Ela vem na minha casa, eu vou a casa dela. A gente fofoca, fala mal da vida, reclama de tudo e mais um pouco. Ela me liga na volta do trabalho para que eu faça companhia telefônica no caminho. Eu me lembro dela em vários momentos do meu dia. Se ficarmos um dia sem notícias uma da outra já dá aquele desesperinho. Nossas famílias se freqüentam, é uma folia. Isso deve ser amor né?! Se não for é bem próximo disso. ;o)

Eu não sei como foi que a gente se “ajuntou” tanto assim. Eu só sei que esse blog (e os blogues) foi responsável por esse ajuntamento. A Zel me ensina um monte de coisa. E eu aprendo e desaprendo tanto com ela!

No final das contas, não tenho e nunca mais tive notícias daquela outra Zel que eu achava ser esta aqui. E quer saber?! Acho mesmo que eu acabei ganhando na minha vida uma Zel muito melhor do que eu poderia imaginar, que compartilha grandes sonhos e pequeninas alegrias comigo todos os dias. E esta, ahá, eu não vou perder de vista jamais.

Denize

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história #41: tati

junho 30, 2010 Leave a comment

Querida, querida…

Nem sei dizer há quanto tempo te acompanho pelo blog… Me lembro que você era minha “Delícia Cremosa” preferida. E que eu pulava os posts das outras só pra acompanhar o que VOCÊ escrevia. E é assim até hoje. Posso ficar sem ler blog nenhum, sem tempo pra entrar na internet e coisa&tal, mas quando entro é pra ler o SEU blog.

Me lembro certinho do dia em que o decidiu me apresentar pros amigos dele. Foi um churrasco lá na casa da Aclimação e eu suava de nervoso. Putz, ia conhecer você! Mas a surpresa veio depois: já tava aquele “climão” com a ex-amiga e você já tinha sumido da casa. Naquele dia enchi a cara e acho que foi de frustação, sabe? hahahaha. Te conheci um tempinho depois, já no apartamento perto do meu… Foi amor de cara. E adorei quando você colocou pra fora os peitões (no meio da cozinha) pra mostrar seus novos piercings pra mim. Foi nesse dia que tive que dormir desmaiada na tua sala? O fatídico dia da gelatina (workshop)? HAHAHAHAHA

Depois desse dia MUITA coisa já nos aconteceu! Muita comida boa no forno, doce cheiroso na geladeira (sinto tanta falta do teu arroz doce!)… As melhores feijoadas do mundo, cafunés jogadas no pufe, confissões, segredos e muita identificação… E veio a família de brinde, né? Sou louca pra sentar e conversar com teu pai, ouvir as histórias da tua mãe, da Ké, ver a Julinha desenhando (ai, que saudade de todos!). Tão bom sentar e ver as fotos das viagens tua e do Fer! Dessas coisas todas é que meu coração sente saudade.

Sempre que penso/tento ser uma pessoa melhor, penso em você. Tenho tanto orgulho de poder te ligar, poder contar com você, que me sinto pequena pra devolver com a mesma grandeza.

Cê lembra quando vcs mudaram pro apartamento novo e eu e o Fê fomos ajudar na mudança? Você e o Fer são pessoas pra quem eu lavaria 1000 banheiros com GOSTO, sabe? E é isso que eu quero demonstrar com esse email. Mesmo sabendo que escrever, definitivamente, não é meu forte.

E agora vem o Otto. Esse piolho que a tia-babona aqui vai apertaaaaar!!! ;o) Você já está quase parindo e ainda me pego cheia de emoção “putz! a zel e o fer estão grávidooossss!!!”. É muita alegria, amiga.

Pelamordedeus, tô aqui. Sempre-sempre. Meio atrapalhada, perdida e desnorteada. “Vivendo a chegada da maternidade de forma intensa”, como te escreveu a querida Teca. Espero voltar logo a ser a Tati mais presente. E poder te visitar e encher de beijos vocês 3.

Amo vocês. E muito.

Tati e Pedro

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história #40: angelica

junho 30, 2010 Leave a comment

Zel,

A descoberta do seu blog coincidiu com a época em que a internet banda-larga foi instalada em minha casa, no começo dos anos 2000. Correndo o risco de parecer super *geek*, me lembro de ter voltado do trabalho naquele dia, e com a tal ‘novidade’ a disposição, pedi uma pizza por telefone e me sentei à frente do computador por horas e horas, madrugada afora.

Tal qual um final de balada, quando os primeiros raios de sol do novo dia entraram pela janela, descobri o seu blog, depois de muito vadiar pela net. Me lembro de ter ficado deslumbrada com a desenvoltura dos seus posts, palavras cruas e emocionais, suas impressões sobre sexo. Alguns posts me fizerem ate corar de vergonha – ‘como é que nunca ouvi ninguem verbalizar essas coisas’, eu pensei.

Logo depois disso, me mudei para a Europa, mil mudanças aconteceram, eu nao tinha mais os bookmarks do computador que eu tinha quando te ‘conheci’, mas a URL www.zel.com.br era impossivel de esquecer. Continuei acompanhando seu crescimento, suas dores de amores, suas receitas e reflexões sobre voce mesma e os outros. Aprendi, discordei, ri e quase chorei.

Voce nem sabe o quanto me identifiquei – e ainda me identifico – contigo. Temos o fascínio pela culinária em comum, assim como o gosto pela poesia, tattoos, Adriana Calcanhotto, a paixao pelo trabalho na area de TI. Moramos sozinhas no passado e enfrentamos a solidao. Emagrecemos horrores e nos sentimos as mais gostosas da paróquia.

Em uma outra ‘coincidência’, tive um casamento destrutivo com uma pessoa que me fez ver o mundo inteiro de uma forma distorcida e fazer tudo numa sangria desatada tipo tudoaomesmotempoagora…o relacionamento acabou, e algumas das suas constatações na época me ajudaram a entender que o fim do casamento – e das relações com as pessoas que eram ‘parte do pacote’ – foi a melhor coisa que poderia ter acontecido.

E depois, muitas coisas boas vieram, o pote de ouro no fim do arco-íris. A subsequente terapia, ter feito as pazes comigo mesma e encontrado um companheiro para a vida toda…ate te escrevi na epoca, para agradecer a inspiração. Voce nao sabe o quanto meu coracao fica quentinho quando vejo que voce esta cheia planos e ideias, bem-amada e feliz.

Como nao estou morando no Brasil, vivo perdendo oportunidades como o perupatolinha para o qual voce convidou seu leitores…o Luluzinhacamp, os encontros na La Reina Madre. Ate tentei te encontrar pessoalmente quando estive em SP de passagem, mas infelizmente ainda nao rolou. Mas ao menos nos falamos por telefone, para uma matéria que eu escrevi (o link para a parte onde voce contribiu nao esta mais online, infelizmente!). E você acabou mencionando uma outra pessoa incrivel durante aquele papo, a Leticia Massula do Cozinha da Matilde. Você bem sabe do poder de aproximar pessoas, de criar comunidades.

Tomara que ainda possamos tomar aquele café um dia, Zel. A vontade nao é de encontrar a celebridade da web, mas uma pessoa formidável, que teve os ‘culhões’ de contar sua história de vida para quem quisesse ler, e assim entreter, ensinar, fazer refletir.

E olha toda essa interação em volta do aniversário do seu blog, Zel, que coisa linda. É como se todos nós estivéssemos segurando sua mão por dez anos e você, as nossas, mesmo sem saber.

Um grande beijo,

Angelica

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