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Walk the talk

maio 18, 2017 Leave a comment

[15-Maio-2013]

Walking the talk é essencial. Não só para dar o exemplo, quando temos filhos/crianças que desejamos inspirar e educar, mas principalmente para ser feliz.
Quando mentimos pra nós mesmos (e é isso que fazemos quando falamos uma coisa e fazemos outra!) gastamos uma energia enorme no processo de justificativa, seja pra nós ou para os outros. A inteligência às vezes é nossa inimiga, ela nos ajuda a inventar desculpas pra não fazer o que falamos.

De todos os esforços que faço na vida para ser uma pessoa melhor, o maior deles é fazer eu mesma o que digo aos outros que deve ser feito. E me empenho também em parar de dizer coisas que não consigo (ou quero) fazer. Procuro todo o tempo deixar pra lá o discurso vazio, que só serve pra me dar uma falsa sensação de aceitação quando quem ouve concorda e acha lindo o que eu disse. Dispenso confete, não me agrega nada.

Cada vez que escrevo algo, ou abro a boca pra manifestar meu pensamento, reflito se o que vou dizer pode ser importante e principalmente se realmente acredito e pratico o que digo. E erro, vira e mexe, graças ao ego, esse danadinho.

Por isso aqui está essa reflexão, menos para dar exemplo ou conselho, e mais para convidar cada um que lê a prestar atenção ao que fala/faz.

Consistência e coerência, combinados com uma dose de humildade (deixando o ego de lado um pouco) ajudam a ser feliz, a ter paz. Essa é minha meta 🙂

Categories: dicas, elucubrações Tags:

resgate de memória

outubro 16, 2013 Leave a comment

nos últimos dias tive a oportunidade de rever aspectos da minha vida através da memória. não “penso na vida” todos os dias, até porque sou muito prática e me concentro bastante em fazer as coisas acontecerem no dia a dia. não passo tempo revivendo o passado e nem elucubrando muito sobre o futuro, atividades que considero tão úteis quanto ver TV. mero passatempo. mas nesses dias reencontrei um amigo que fez parte da minha vida há mais de 20 anos, e fiz um resumo do que houve neste tempo, e como estou hoje, o que acabou sendo um grande exercício de reviver o passado. e graças a uma conversa com uma amiga que acabou de se separar, acabei também relembrando passagens da minha história que há muito tempo não vinham à tona.

também tive a oportunidade nos últimos dias de fechar um ciclo que vinha me incomodando, por interpretá-lo como círculo vicioso. encerrar uma etapa e ir para a próxima também requer alguma revisão, então relembrei, pensei, analisei o que vivi por outro ângulo, já sem a paixão do momento, o que ajuda a colocar coisas nos seus devidos lugares.

(digo de passagem que é impressionante como meus 3 anos de terapia foram um divisor claro de águas. sem medo de errar digo que minha vida se divide em antes e depois da terapia, e mudou pra muito melhor. por  mais que eu creia que investir na saúde e equilíbrio mental seja tão importante quanto comer bem e se exercitar, também creio que terapia infinita não é boa ideia. acomoda, vira muro de lamentações, penélope tecendo até o fim dos dias. meu processo terapêutico me ensinou a lidar com situações e pessoas de uma forma mais saudável, objetiva. sem drama, sem punheta mental.)

relembrar e reviver algumas coisas foi curioso — percebi o quanto minha vida mudou, e quantas decisões eu tomei pra que ela mudasse. não só nos últimos 20 anos, como era de se esperar (entre eu-recém-formada e eu-mãe-e-executiva há um abismo, claro), mas nos últimos 5 anos. ao olhar de longe, de cima, vi uma trajetória clara. é como se eu olhasse minha vida no google maps, e fosse afastando até poder ver origem-destino, bem de longe. e vi um caminho que eu construí e escolhi, do qual tenho muito orgulho e amo. a despeito dos muitos erros que cometi no caminho, seja tomando decisões equivocadas ou errando com pessoas que cruzaram minha vida, o trajeto se manteve. pequenos desvios, aqui e ali, não me atrapalharam. não peguei nenhuma encruzilhada da qual me arrependo, e que demandaria um retorno longo e doloroso.

todos os meus erros e equívocos não me desviaram do caminho. e o mais curioso é que eu nunca soube (não sei ainda, talvez) onde quero chegar. nunca fui do tipo de pessoa que se coloca metas de longo prazo, que tem planos mirabolantes e anota conquistas no papel pra “pedir pro universo” (acho isso tudo uma bobagem sem fim). minhas metas são sempre de curto prazo, muito práticas. e ainda assim, revendo minha história, existe um norte não-físico, tão claro: ser mais simples, ser tranquila, ser feliz.

fiz um resumão da minha vida e concluí que: faço um trabalho que me dá grande prazer intelectual e orgulho, que me proporciona relacionamentos interessantes, com pessoas inteligentes, complexas; meu núcleo familiar me traz felicidade e desafia constantemente. não é fácil manter qualquer relacionamento, mas percebi que me nunca é, e que o importante é o desejo de continuar no mesmo caminho (e isso está claro); mantenho uma relação legal e tranquila com minha família e amigos, sem grandes badalações, sem cobranças; moro num local que amo, e tenho tudo o que preciso para viver; viajo com frequência, o que é um fator importante de felicidade pra mim; tenho saúde, gosto de mim mesma, todos que eu amo estão bem.

lembrar minha história me fez ver como estou hoje muito melhor que ontem e antes de ontem e antes-de-antes. justamente como acredito — esta, a atual, é a melhor época da minha vida. há coisas específicas que foram melhores em outras épocas? claro que há. todas pontuais, e eu já aprendi que não se pode ter tudo, sempre, tudo ao mesmo tempo. já não crio mais essas expectativas, simplesmente agradeço pelo que tenho, olho com amor o que conquisto, abro mão do que já não tenho mais, não é meu. já foi.

e no fim das contas, percebi que o fato de ser feliz a maior parte do tempo tem a ver não com o caminho, mas com meu andar. sem tanto peso, sem destino certo, fazendo a trilha conforme ando, me adaptando e deixando no caminho coisas que não me fazem feliz, que não agregam.

são as escolhas instantâneas, aquelas no decorrer de cada dia, que fazem a diferença. não houve e não haverá um evento, uma mudança cósmica e mágica, uma escolha sensacional. há o abrir os olhos de manhã, fazer todas as pequenas escolhas no decorrer do dia, e a gratidão por estar aqui vivendo essa vida, do jeito que eu escolhi.

o que traz felicidade é ter escolha. eu tenho, e sou.

de como me vi livre do stress e da ansiedade

julho 19, 2013 12 comments

e não é pouca coisa esse título, hein? só quem já sofreu de stress e ansiedade crônicas sabe do que estou falando e da vitória que é se livrar desses 2 karmas. e se você não sabe, sorte sua (ou continue lendo e chegue à conclusão que você também tem lição de casa pra fazer).

lembre que não sou psicóloga nem vendo auto-ajuda, zeus me livre de tal baixeza comercial. a ideia aqui é simplesmente dividir com vocês algumas experiências e, com sorte, ligar o bit de alguém aí pra mudar a si mesmo (que afinal é tudo e o melhor que podemos fazer para mudar o mundo todo).

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a verdade é que não é karma, não, é opção. ou talvez karma seja opção também, eu não entendo o suficiente pra afirmar que sim ou não (e não acredito em karma, a propósito), embora saiba que também tem a ver com causa-e-efeito. o que quero dizer é que o stress e a ansiedade estão diretamente relacionados à forma como optamos por encarar o mundo, as pessoas, os relacionamentos, acontecimentos, a vida, e a nós mesmos.

eu era o tipo de pessoa que se pode chamar de estressada: pavio curto, rápida pra julgar, condenar, interpretar e sair “resolvendo” coisas. sem paciência pra lentidão de pensamento ou ação (ou o que me parece lentidão; ou o que é diferente do que eu faria). sou daquelas que viram os olhinhos de raiva, tipo adolescente, sabem?

além de irritar e incomodar quem convive comigo, essa falta de paciência afetava especialmente a mim mesma. adoeci várias vezes de doenças que, quando investigadas, não existiam (enxaqueca, labirintite, pressão alta, diabetes e até hepatite temporária eu tive). até que por outro motivo (relacionamento moribundo) comecei a fazer terapia e descobri esse iceberg cuja pontinha era o stress.

digo que é um iceberg porque a gente quando está mergulhado no problema só vê um pedaço muito pequeno que são os sintomas do stress, não consegue ver onde ele nasce e principalmente o quanto alimentamos esse monstro que cresce pra além da medida necessária.

sim, o stress é necessário, ele é um mecanismo genial de sobrevivência. e essa é a primeira coisa que eu queria contar.

(mentira, é a segunda. a primeira é — o problema é você, e não os outros e nem o mundo).

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dita a primeira coisa (que é a mais importante), digo a segunda: o stress é nosso amigo e nos ajuda a sobreviver como espécie. mas é um amigo perigoso, se você não souber administrar, falamos nisso no próximo tópico.

vou explicar do jeito que minha terapeuta explicou, que fez todo sentido pra mim. imagine que você está fazendo um piquenique num parque bem lindo, com passarinhos cantando e os amigos sorrindo, tal e coisa… e de repente escuta um barulho ALTÍSSIMO, como um guincho de animal, um rugido, algo petrificante. o que acontece, em fração de segundo, é que aquela parte do seu cérebro que você não controla dispara um alarme químico e físico, lança na sua corrente sanguínea uma quantidade de drogas (adrenalina e mais coisas que nem sei) que preparam você para fugir ou correr, pois entende que você está sob ameaça. você entra em modo de alerta.

esse mecanismo é maravilhoso, pois ele de certa forma nos torna super-pessoas — esquecemos a fome, o sono, o medo, as limitações, e agimos (fugindo ou lutando). diante da ameaça real, essa injeção de drogas naturais nos dá uma pequena vantagem para que possamos sobreviver.

mas então suponha que o guincho que você ouviu era uma corneta, que um moleque pentelho qualquer resolveu tocar pra assustar todo mundo. você vê o moleque, a corneta, conclui que não é necessário correr e nem lutar (talvez dar um croque no moleque, não sei), e pronto. em pessoas normais e equilibradas, o que acontece é que o corpo relaxa, e os efeitos das drogas injetadas passa naturalmente e voltamos ao piquenique felizes, como se nada tivesse acontecido.

então qual é o problema com o stress? existem dois: o primeiro quando você reage a coisas absolutamente irrelevantes, o tempo todo, como ameaças; o segundo quando você não consegue sair do estado de alerta e relaxar novamente.

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eu tinha os dois problemas acima, e não sabia (mais o primeiro que o segundo, e eles se misturavam). graças a mil motivos que não vêm ao caso, observei que eu encarava coisas muito, muito pequenas como motivo de stress. ou como me explicaram, eu olhava um gatinho miando e tratava como um leão rugindo. não precisa ser um gênio, pensando no mecanismo de stress, pra concluir que sentir stress com um leão rugindo é uma boa ideia que pode conduzir você a uma vida mais longa; mas por outro lado, se a cada gato que mia eu fico estressada, minha vida se torna infernal (tem muito gato! e gatos miando não “merecem” esse esforço todo do meu sistema de defesa, certo?)

então a terceira coisa importante que quero compartilhar é que é crítico aprender a diferenciar entre leões e gatos. e só quem pode fazer isso somos nós mesmos, prestando atenção ao que nos incomoda e o quanto aquilo realmente é relevante e merece uma reação tão emocional e acalorada. comecei a observar a mim mesma, e como eu me sentia (e como me comportava, como consequência) quando certas coisas aconteciam. percebi que eu me irritava com coisas absolutamente ridículas, e que essas coisas estragavam meu dia. que eu ficava remoendo coisas estúpidas, coisas que outras pessoas disseram ou fizeram e esqueceram (e eu continuava sofrendo por elas, o leão rugindo loucamente na minha janela por dias, meses).

comecei então a separar, muito lentamente, meus leões dos meus gatos, e colocar as coisas em perspectiva. ajudou, é claro, e me ajudou a diminuir a dimensão dos episódios de stress, mas não ajudou com a frequência (quantidade de eventos que me incomodavam).

e aí tive que ir um pouco mais a fundo, olhar lá dentro do meu próprio olho no espelho e me perguntar por que a coisa X me irrita tanto, se é obviamente tão pequena?

essa parte eu digo que sem terapia teria sido muito difícil, porque a gente sempre procura a causa dos nossos incômodos no outro, e não percebe que o comportamento dos outros conosco é sempre (SEMPRE, não consigo reforçar isso o suficiente) é consequência do nosso próprio comportamento + expectativas irreais.

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a quarta coisa que vou compartilhar então é que é preciso aprender a ser honesto consigo mesmo e com os outros.

dou um exemplo bobo, mas que pra mim ilustra bem como as coisas são no meu universo. nos primeiros meses de casamento (esse último) eu me estressava diariamente porque o marido chegava do trabalho e (era assim que eu via) “não fazia nada”. eu tinha que fazer o jantar, decidir o que fazer, preparar, servir (ou ligar e pedir). “se dependesse dele”, a gente não comia. era assim que eu via as coisas, e a hora do jantar ia chegando e eu já ia me estressando por antecipação, porque afinal “todo dia é igual, que saco, cara folgado e etc.”.

pois contei esse “fato” na terapia, e ela me perguntou mui calmamente: “e me conta — se você não fizer ou pedir o jantar, o que acontece? ficam com fome?”. e eu (surpresa!) não sabia responder, porque eu nunca tinha tentado, claro. eu, ansiosamente, e já supondo o que ele (não) ia fazer, saía fazendo/pedindo. e ganhei lição de casa número 1: não pedir, não fazer, simplesmente esperar. claro que eu não ia deixar por isso, e já antecipei: “mas e se ele não fizer nada, e eu estiver com fome?”. e veio a lição de casa número 2: “peça, por favor, que hoje ele resolva a questão do jantar, porque você está cansada. só isso. você já pediu alguma vez?”.

não, claro que não 🙂

e vocês vão adivinhar o que aconteceu, claro. na 1a vez que eu deixei espaço pra que ele, o outro, tomasse alguma iniciativa, ele tomou. e quando não tomou, fiz minha lição #2 e pedi e ele prontamente e com a maior felicidade, atendeu.

eu falei com ele, gente, expus o que eu queria, sem filtros e sem jogos. não é revolucionário? 🙂

UM MILAGRE ACONTECEU! não, foi simplesmente o exercício básico de aprender a viver com a realidade (que é o próximo tópico), com a pessoa real que está ali do seu lado, e não com sua versão imaginária, que mora na sua cabeça e faz as coisas mais estúpidas nas suas simulações mentais.

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a realidade nem sempre é o que você imaginou, mas conviver com ela é melhor com frequência mais fácil do que você lidar com a fantasia que você simulou nesta cabeça cheia de caraminhola.

uma forma simples e rápida e eliminar ansiedade e stress é parar de viajar na maionese e achar que:

– as pessoas SABEM o que devem fazer pra ajudar ou agradar você

– as pessoas DEVIAM SABER. ninguém devia saber nada. é sua obrigação (para sua felicidade e sanidade!) comunicar o que quer, deseja, gosta, desgosta

– você SABE o que as pessoas estão pensando e sentindo. pergunte. tenha interesse pelos outros, você vai se supreender

– você JÁ SABE o que vai acontecer, e por isso não vai tentar, nem falar. isso é bobagem da mais grossa, e uma forma de controle abominável. o que me leva ao próximo tópico…

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pare de tentar controlar o mundo. você não pode controlar ninguém nem nada além de você mesmo. relacionar-se com os outros-projetados-na-sua-cabeça é a forma mais ridícula de controle  — e funciona. isso impede você de se deparar com a realidade e com as (inevitáveis) decepções, você vive na matrix da sua própria cabeça. só que (ops) também impede você de conviver com as coisas boas, as surpresas positivas e crescer junto.

a única forma de viver sem controlar o mundo é se abrir para as chances, tomar riscos, oferecer sua perspectiva e esperar pelo que virá. às vezes é porrada e decepção, mas (juro!) a maior parte das vezes é bom, é surpreendentemente bom. e mais — quando é ruim, também é melhor que a alternativa, porque pelo menos você VIVEU, ao invés de SUPOR e evitar a realidade.

e se você pensa que estou divagando (estava falando de stress, certo?), vou resgatar: a ansiedade é irmã siamesa da expectativa e da necessidade de controle. quanto menos você tentar controlar, quanto mais você souber e sentir que as coisas NÃO estão sob seu controle, melhor. quando você aceita que nada além de você mesmo está sob seu controle e aprende a nadar COM a corrente ao invés de nadar CONTRA ela e pulando obstáculos, sua vida muda. até porque é muito mais fácil (e gostoso) controlar algo que você de fato pode — você mesmo.

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percebem que o ciclo fecha? o problema é sempre a gente; o stress é útil, quando aparece na hora da real necessidade; aprender a dar a importância certa (pouca) a coisas irrelevantes; ser honesto com o mundo e as pessoas sobre o que eu desejo; conviver com a realidade e não com a matrix; aprender a controlar (e mudar) somente a mim mesma.

eu prometo que se você conseguir completar esse ciclo, sua vida vai mudar pra muito melhor.

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mudar de cidade (emprego, casa, vida) também fez um grande milagre na minha vida e no meu nível de stress. decidi sair de SP, do trânsito, do barulho, e vim morar no mato. trabalho hoje numa empresa maior, com muito mais responsabilidade, e tenho um filho pra criar, mas meu nível de stress é muito, muito baixo.

como? aplicando o ciclo, sempre, todo dia. pras coisas pequenas, e pras grandes. fiz opções honestas na vida, com consequências, claro. abri mão de algumas coisas, mas como optei consciente, sem colocar a responsabilidade em outros, estou tranquila. dou importância ao que é importante pra mim (e eu sei o que é. a terapia me ajudou nisso).

eliminei o barulho e o trânsito. adicionei outras complexidades (trabalho; filho!). tenho problemas? claro que tenho. mas administro um a um, pedindo ajuda de forma honesta, quase sempre (que não sou perfeita, né. são anos de matrix).

me comunico com as pessoas da forma mais honesta que consigo, explicando meus desejos, meus medos, minhas preocupações. sempre com medo (de quê? do não. de ser rejeitada. de levar bronca. mas vou assim mesmo quase sempre!), mas sempre também com muita  fé que será melhor que a opção (o limbo, a não-comunicação).

e faço ioga e meditação, os remédios mais maravilhosos que conheço para as mentes inquietas e corações ansiosos. a mais linda e pura forma de se conectar consigo mesmo, e olhar pra dentro de si mesmo com honestidade e sem julgamento.

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e foi assim que o stress e a ansiedade de transformaram pra mim em episódios isolados, doenças das quais me curei.

espero que meu relato ajude vocês também.

beijo, e namastê 🙂

PS1: nos períodos de crise, me prescreveram fluoxetina, um santo remédio pro meu caso. foi uma medicação temporária, mas que me ajudou MUITO a entrar no eixo e começar o processo de mudança.