amamentação: o início

confesso que amamentar ou não nunca foi uma dúvida durante a gravidez ou até antes, quando tinha decidido engravidar. não porque eu tivesse um desejo de amamentar ou coisa parecida, mas simplesmente porque acho a coisa certa a fazer. o ministério da saúde recomenda, e (honrando minha crença evolucionista) foi assim que fomos desenhados pra funcionar, afinal. os filhotes mamam no peito da mãe, oras.

o assunto nunca pareceu complicado ou controverso tampouco, seja porque não freqüentei grupos de discussão e afins (já tou vacinada, graças aos muitos anos de janela de internet) ou porque tenho amigas que amamentaram e compartilharam suas histórias comigo no passado. tudo muito natural, mesmo quando enfrentaram dificuldades.

a geração da minha mãe, por outro lado (mãe, tias, etc. – década de 70), não “conseguiu” amamentar. havia algum tipo de mito, aparentemente, de que o leite materno era “fraco”, e havia uma tendência de dar outros alimentos para os bebês. fora as gravidezes seqüenciadas…  (minha mãe engravidou da minha irmã quando eu estava com 4 meses). ainda assim, nunca ouvi de nenhuma delas que amamentar era ruim, doloroso ou difícil.

quando engravidei, portanto, amamentar não foi uma dúvida. e recebi uma única dica (de mais de uma fonte, inclusive de uma médica), que segui: esfregar o bico dos peitos com bucha vegetal todos os dias, no banho. teoricamente, essa prática ajuda a tornar a pele do bico mais resistente, evitando rachaduras depois.

não sei se é verdade ou não ou se funciona pra todas, mas eu nunca tive nenhuma dor para amamentar, nada nem próximo de uma rachadura. na dúvida, eu recomendaria a técnica da bucha!

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4 Responses to amamentação: o início

  1. Bárbara Silvestre says:

    Poutz, exatamente o contrário do que minha médica diz rsrs

  2. Quel says:

    mulher, vc não teve dor para amamentar?
    ô sorte…. eu quase infartava (começo) à cada mamada. Sofri horrores, chorei horrores, mas a bichinha tinha que mamar, eu não abriria mão disso! é…a melhor coisa do mundo, mesmo com toda dor!
    beijo, Zelita.

    • zel says:

      quel, nadinha. super-tranquilo desde o primeiro dia! e concordo que mesmo com dor no início vale insistir, tamanha a importância.

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