diálogos noturnos

Gente, essa criança tá impossível. 😂

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O: “mamãe, eu queria ser uma bomba simbionte. Igual o Carnificina”

Eu: “oi?! O que é isso?”

O: (cara de AI, MÃE) “quem criou ele foi o Dr Oc. Ele pegou a meleca do espaço que formou o Venon — isso é o simbionte — e misturou com outro simbionte que ele criou, só que vermelho, e fez o Carnificina.”

Eu: “hm, e você quer ser esse simbionte que é do mal?”

O: “não, queria ser que nem o Venon — ele era do mal mas ficou do bem.”

Sei.

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Eu: “Otto, você desenhou no travesseiro, de caneta?!”

O: “era só um desenhinho, pequeno… é o mar!”

(E enorme)

Eu: “Não pode, amor. Esse desenho aí não sai mais. Por isso que a gente não desenha nas roupas, nos tecidos da casa.”

O: “mas lava, ué!”

Eu: “não, gato, não sai lavando, por isso a gente EVITA, tá?”

O: “poxa, eu não sabia.”

(Já me arrependi, a mãe)

Eu: “não tem problema, só lembra disso. Boa noite meninos!”

 

(Tou saindo do quarto pra apagar a luz, Fernando deitou com ele)

 

O: “mas mamãe… por que não sai? É IMPOSSÍVEL?” (com muita ênfase)

Eu: “vou deixar seu pai explicar. BOA NOITE, PESSOAL!”

 

Apago a luz e saio, boa sorte aí, Fer!

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