sobre aquilo que não falamos…

… apesar dos intermináveis comerciais de activia e afins.

alguém disposto a ouvir sobre desconfortos gastro-intestinais causados pela gravidez? não? ufa, que alívio. eu realmente não queria falar do assunto.

mas sendo bem genérica, colega que por acaso cair aqui procurando sobre gravidez, saiba que é comum ter, digamos, efeitos incômodos das mudanças digestivas e circulatórias. não se sinta mal, não precisa se entupir imediatamente de activia nem luftal. é assim mesmo, muita paciência.

devagar e sempre, rumo ao sétimo mês

26 semanas, ou metade do sexto mês. essa contagem é completamente esquisita, vejam: estou DE 5 meses (completos), estou NO sexto mês (2a semana do mês 6). é de enlouquecer uma pessoa. além dos médicos sempre calcularem qual é a semana atual a cada consulta, coisa de louco.

por enquanto, tudo bem. piolho chuta loucamente (me acorda de noite, inclusive. ele não gosta que eu durma recostada do lado direito) e eu me sinto bem. a pressão está baixa (o que não é mau), não ganhei muito peso (1kg até a 25 semana) e estou funcionando quase normal.

complicado mesmo tem sido o equilíbrio – ontem fui pra ioga e me senti uma imbecil. não conseguia fazer as coisas mais simples, porque meu corpo tá todo estranho. até pra andar tá esquisito, me sinto andando feito um pinguim!

a história de mudança do centro de gravidade é um fato. o corpo todo precisa se adaptar à nova distribuição de massa, minha coluna está estranhando muito.

já estamos procurando coisas para o quarto dele, e estou horrorizada com a tirania do branco. por que diabos tudo no quarto do bebê precisa ser branco? parece uma enfermaria, hospital, credo. confesso que tenho problema (preconceito, vá) com móveis laqueados de branco. sou filha de marceneiro, e desde que me conheço por gente esses móveis laqueados são considerados cafonas e de mau gosto. eu gosto mesmo é de madeira, de rádica.

mas não tem, simplesmente, “porque as pessoas não compram se não for branco”, me informam as vendedoras. e quanto tem (raridade) custa os olhos da cara (sem noção, tipo um berço 11 mil reais). tou decepcionada, vou ter que me render ao branco e improvisar pra quebrar um pouco.

por outro lado, já decidimos que a “decoração” (MUITAS aspas) que queremos é basicamente um tapete verde desses de fitinhas que parecem grama, pra montar um jardim com joaninhas e formigas de pelúcia (sim, elas existem). o quarto do moleque vai ser um zoo, porque eu já tenho dezenas de bichos de pelúcia e vou usar todos. tem leão, sapo, lagosta (!), porco, furão, cachorro, pinguim, gorila, galinha (se é que sobreviveu aos furões, vou ter que conferir), joaninhas de vários tamanhos, bicho preguiça, coelho, calango, gato. e deve ter mais coisas que eu esqueci.

é isso: se depender de nós, o menino vai amar bichos desde o nascimento, inclusive os insetos 🙂

sobre o andamento da carruagem

resolvi fazer um resumo da gravidez até o momento, caso alguém chegue aqui procurando sobre dicas, sintomas e coisas assim. em primeiro lugar, recomendo fortemente o site babycenter (eu assino o brasileiro e o americano), que tem dicas ótimas e manda emails semanais pra gente.

1o trimestre (semana 1 a 13)

percebi que estava grávida nos primeiros dias de atraso por causa dos peitos, que ficaram gigantes e muito doloridos e da azia quando consumia cafeína. fiz teste de farmácia e fui à minha primeira consulta de gravidez na 7a semana. com 9 semanas fiz o primeiro ultrassom e ouvi os batimentos do feto.

saber que estava grávida e que ia prosseguir com a gravidez foi um tanto irreal. passei anos me recusando a ser mãe, pensei que nunca ia ter filhos. me acostumar com a idéia foi (ainda é) estranho, ainda estou em adaptação.

quisemos descobrir o sexo o quanto antes, e fizemos o exame de DNA (sexagem fetal) na 9a semana. era menino!

fiz o segundo ultrassom na 13a semana, que eles chamam de translucência nucal. aparentemente é neste ultrassom que você pode descobrir se o feto tem alguma má formação ou tendência a ter problemas. felizmente no meu deu tudo normal!

os sintomas que tive neste período:

– enjôo constante (sem vômito), causado por fome (aprendi a comer de 3 em 3 horas pra amenizar) e cheiros fortes. perfume, tempero e produtos químicos se tornaram muito insuportáveis pra mim neste período.

– sensação de “estar cheia” o tempo todo. a digestão ficou mais lenta, então não conseguia comer muito e nem coisas pesadas.

– um tico de prisão de ventre, que passou em poucas semanas. acredito que meu corpo estranhou a infusão de hormônios, mas se adaptou bem depois.

– leve sangramento na 7a/8a semana, que descobri ser o tal sangramento de nidação, absolutamente normal.

– aumento da lubrificação vaginal (super chato, a gente se sente úmida o tempo todo)

– peitos muito doloridos. sequer dava pra tocar!

– aversão completa e absoluta ao alho. não dava nem pra passar perto dele no supermercado, eu quase vomitava.

– sensibilidade enorme ao cheiro das pessoas (hálito e corpo), mesmo sem cheiro ruim. sentia o cheiro das pessoas a uma distância muito maior que o normal. o marido teve que me aguentar pedindo que ele ficasse longe, pra eu não enjoar.

– falta de apetite enorme, perdi 2,5kg nestes meses. comia só porque era obrigada.

– xixi constante, inclusive à noite. desde então acordo às 4h para fazer xixi.

2o trimestre (semana 14 a 28 – ainda em andamento)

minha médica avisou que todos os sintomas desagradáveis iam passar quando chegasse à 13a ou 14a semana, e felizmente ela estava certa. o enjôo passou, a sensibilidade exagerada aos cheiros também. o ódio ao alho permanece…

até a 21 semana eu não percebia nenhuma diferença visível na barriga. eu sentia a barriga diferente (as calças justas não dava mais pra usar e nem deitar de bruços), mas nada que fosse possível ver.

só depois do ultrassom do segundo trimestre (morfológico, cujo objetivo é analisar todas as dimensões e órgãos do feto) é que comecei a atinar que tem um bebê aqui na minha barriga e ele vai nascer 🙂 acreditem em mim: é bizarro.

os sintomas que estou tendo neste período:

– azia e queimação quando como coisas pesadas (frituras, gorduras) ou refrigerantes. aliás, aboli refrigerantes!

– o peito melhorou muito, mas aumentou um pouco mais. estou seguindo dicas de amigas e lavo os mamilos com bucha vegetal todos os dias, com vontade.

– minha pressão baixou bastante. o normal agora é 10/6. sinto mais cansaço e um pouco de sono por volta de 18h (fico segurando pra não dormir muito cedo. quando mais durmo, mais tenho que levantar pra fazer xixi…)

– sinto uma dor constante na região da virilha (em volta da vulva) quando fico muito sentada ou em pé, que segundo a médica é circulatória. pés pra cima se transformaram em necessidade pra mim! melhora muito. nada grave, mas é chato.

– lubrificação excessiva permanece… chato.

– a barriga começou a crescer e sinto o bebê chutar desde a semana 13 ou 14. no começo é uma sensação de “peixe vivo” dentro da barriga, um leve tremor. depois vira chute mesmo, profissional. é divertido, e dá pra outras pessoas sentirem se colocarem a mão na barriga.

por enquanto é isso – vou atualizando o post conforme o tempo passa 🙂

50% de progresso físico (*)

20 semanas, pessoal. tenho um indício de barriga, que me deixou animada. eu não sabia que demorava tanto pra gente se ver grávida, afe. quando pensava em grávida, pensava em barrigão. mas ela só chega pelo jeito lá pro sexto mês…

piolho continua dando cambalhotas, e eu sinto como um peixe vivo na barriga. super interessante! espero que logo dê pro fer sentir, pra ele se divertir também. ando mais cansada, com mais sono, mas tudo controlável. continuo minhas atividades de forma quase normal, só parei com o espanhol à noite, porque meus neurônios não estão dando conta de trabalhar E ter aula depois. tou culpando a gravidez, mas acho que sou eu mesma que tou com preguiça 🙂

não me sinto mais gorda, aliás, ao contrário – me vejo e sinto mais magra que antes de engravidar, apesar da barriga. acho que o moleque tá queimando minhas gordurinhas 😀

continuo com ódio do alho e amando tomate com sal e limão. e completamente carnívora, preferindo coração de galinha e picanha no espeto. se a vontade vem dele, hugolauro é definitivamente filho dos seus pais 🙂

em uns 10 dias faço o ultrassom do segundo trimestre, e estou super curiosa! não vejo a hora de ver o bebê maiorzinho.

e nada de reação à vacina da gripe, viu? estou ótima, como sempre.

de resto? esperando. e teremos festa da barriga! vou abrir pra quem quiser vir e nos conhecer, se prepare – é em maio!

(*) título dedicado aos meus colegas gerentes de projeto 🙂

sobre assuntos diversos

me perguntaram sobre a vacina contra gripe para grávidas, e a recomendação do time da primaluz é que ela seja tomada.

tomei hoje, num dos postos de saúde aqui de vinhedo, e fiquei impressionada. o posto é novo, bonito, bem cuidado e as funcionárias são educadíssimas e simpáticas. me atenderam super-bem e rápido. o que me deixou besta é que não pedem nenhum tipo de documento! nada. se por um lado é legal não ter burocracia, por outro facilita horrores qualquer tipo de fraude, não? imaginei que teriam pelo menos um computador, e cadastrariam quem já tomou a vacina usando o RG ou algo assim.

nada. a moça anota seu nome num caderno, dá a vacina e pronto. incrível.

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eu tenho barriga! finalmente 😀 estava já chateada de não ter nada de barriga que pudesse ser reconhecida como gravidez. é verdade que só aparece com camisetas justas e se eu disser que é gravidez. mas pelo menos já me sinto fisicamente grávida.

até essa semana (a 19) eu não tinha sentido nada muito relacionado à gravidez, fora o enjôo chato dos 3 primeiros meses. essa semana parece que me deu um cansaço crônico, uma moleza que dificulta trabalhar o dia todo. quando chega umas 15h eu estou MORTA. bocejando, cansada, sem conseguir pensar muito, credo. tenho chegado em casa e dormido um pouco, antes até de jantar.

espero que melhore, porque se piorar vou ter dificuldades em trabalhar nos próximos meses…

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babás de uniforme branco que dormem em casa e acompanham mães no shopping e restaurante cuidando dos rebentos? SOU CONTRA. e sempre fui, independente de ter/querer ter filhos.

tenho 2 motivos pra ter ojeriza a este sistema de criação de filhos: o primeiro é a exploração das funcionárias. por mais que você pague pra criatura, ela só se sujeita a estar disponível pra você 24h/7d e procurando se disfarçar de parede porque não tem opção na vida. há mais dignidade em limpar banheiros como profissão do que ficar feito uma sombra branca garantindo que a criança não dá trabalho pra mãe. babás com hora marcada, para atividades específicas, eu entendo. babá que dorme em casa e cuida das crianças em restaurante enquanto os pais dormem/comem eu abomino. completamente brasil colônia, eca.

(vejam: não sou contrária a empregar pessoas para serviços domésticos, desde que haja contrato de trabalho com escopo e horários bem definidos, não mais de 8h por dia e tratamento profissional e digno. qualquer coisa que não seja isso é semi-escravidão)

o segundo motivo é: qual é o propósito de ter filhos se nos momentos em que você está livre pra conviver com eles e educá-los, quem o faz é outra pessoa? vejam que não estou falando de quem trabalha ou que tem um ou outro compromisso que impede de estar com o filho. não acho que pais devem ser escravos dos filhos e estar com eles 100% do tempo, mas peraí. tá cheio de nega que nem trabalha e pra onde vai leva a babá a tiracolo.

é verdade que todo mundo tem o direito de ter quantos serviçais puder pagar pra sua comodidade, mas eu acho humilhante pro funcionário e tem algo nessa atitude que me incomoda demais. pode ser preconceito da minha parte, admito, mas algo em mim fica indignado com pais que colocam filhos no mundo e não se envolvem nos seus cuidados, criação, educação. parece… errado.

está claro que minha indignação vem do fato de considerar a maternidade como uma escolha que envolve colocar no mundo alguém com potencial pra ser muito legal e muito feliz, e não simplesmente me tornar mãe. pode parecer a mesma coisa, mas não é. consigo ver pelo menos as seguintes motivações (pode haver outras):

– ser pai (ou mãe) é a demonstração da capacidade de procriar. há um orgulho meio animal no fato. é como uma comprovação para a sociedade e família de que se é saudável e bem-sucedido, sei lá.

– só existe núcleo familiar se houver filhos (como se um casal não fosse uma família. eu já ouvi isso: agora que vocês vão ter filhos, vão ser uma família. hein? a gente já era antes!). quantas mulheres engravidam pra segurar marido e namorado? ter filhos é a forma mais simples de criar vínculo pra sempre com alguém.

– há a necessidade de assumir um papel essencial na vida de alguém, ter alguém que depende de você e o ama incondicionalmente pra sempre. este pra mim é o caso mais triste, porque no fundo há uma carência afetiva enorme por parte dos pais

– tentativa de realização indireta através do filho. “meu filho vai ser/ter tudo o que eu não tive”. é como uma segunda chance para os pais, uma forma de tentar corrigir tudo que deu errado nas suas próprias vidas. muito triste também.

bom, e há os que simplesmente procriam, sem pensar em nada disso. deve ser a maioria, aliás.

quando considerei ser mãe, me fiz essas perguntas todas. o que me move? por que quero ser mãe? a resposta sempre foi muito clara: porque me agrada a idéia de contribuir com mais uma pessoa decente para este mundo, em meio a tanta gente sem noção. e pra que essa meta se concretize, é essencial que eu e fer sejamos os principais personagens na história da formação dessa criança. se eu terceirizo excessivamente o cuidado e a educação do meu filho, como vou transmitir pra ele os meus valores e princípios?

eu sei que não seremos só nós que influenciaremos essa criança, e é até bom que assim seja. mas quero que ele receba de mim e do fer a maior parte da atenção, que nós possamos ensiná-lo a andar, falar, comer, interagir com outras pessoas. não quero uma babá ensinando a maior parte das canções de ninar ou palavras pra ele, não senhores. quero poder responder suas primeiras perguntas e tirar suas dúvidas. eu quero que nós sejamos suas principais influências no início da vida, sim.

e não quero que meu filho cresça achando normal ter serviçais fazendo tudo por ele e nem por nós. da minha parte, ele vai aprender a cuidar de si mesmo por conta própria e cuidar do espaço em que vive. afinal, só em países pobres (ou pra pessoas muito ricas) existe esse abuso da terceirização de atividades básicas da vida de qualquer ser humano (limpar, cozinhar, cuidar da casa e das suas coisas).

espero que quando meu filho for adulto a situação tenha mudado pra melhor e ninguém mais precise se sujeitar a ver os patrões comerem enquanto mantém suas crianças ocupadas por um salário mínimo.

por enquanto

eu só lembro que estou grávida quando deito no sofá ou pra dormir, que é quando sinto o piolho brincando de cambalhota. fora isso, tou feito uma louca cuidando da vida. mil coisas acontecendo no trabalho, num ritmo que nem sempre consigo acompanhar.

não tenho a menor idéia de como será quando o moleque chegar. qualquer coisa pode acontecer, desde eu querer voltar pro trabalho na primeira semana 🙂 até sofrer loucamente pra voltar ao trabalho. nem tento adivinhar, porque tenho certeza que algo dentro da gente deve fazer “click” quando vê aquela criaturinha dependende e um pedaço da gente. estou curiosa!

tenho muito mais medo de cuidar de bebê do que de parir. só de pensar em ter alguém que depende da gente pra absolutamente tudo durante vários anos me dá um suador. acho que por isso fiquei anos não querendo ter filhos e tinha pesadelos com crianças. uma criança dependendo de mim me apavora, e espero que a maternidade traga consigo também uma dose de coragem, porque eu vou precisar.

melhorei muito fisicamente, a única coisa incômoda é que eu esqueço que minha digestão está mais lenta e tenho comido mais do que necessário no almoço. chega o jantar e eu ainda tenho a impressão de ter acabado de comer… é difícil se acostumar com o “novo corpo”.

e tem os peitos, né. estão maiores ainda, e eu sou agora o monstro do peito. se fosse fazer uma caricatura, eu seria 2 peitos com bracinhos e perninhas. e já me convenci que vai piorar, só não sei como vou lidar com peitos ainda maiores. não encontro sutiãs que me sirvam em absolutamente nenhum lugar – aceito sugestões para o problema!

piolho já ganhou montes de presentes, vamos ter que começar a pensar em uma cômoda pra ele, já não tem mais onde guardar. já mandaram pra mim faixa de barriga e biquíni de grávida, super lindos (só que o sutiã não cabe, é claro).

então é isso. tentando administrar as mudanças e as muitas demandas. tá passando mais rápido do que eu pensava…

coisas que a gente nem sabe que existe

pois desde a semana passada tenho sentido o piolho mexer. acho que senti até antes, só não sabia direito o que era! a melhor explicação é a da denize: um peixinho dentro da barriga. é uma tremelicação bem de leve, uma coisinha estranha, bem ali debaixo do umbigo.

(há quem pense que são gases, bem olha: é BEM diferente 🙂 acredite em mim, sou uma mulher gaseificada)

fui à médica do convênio – e que ninguém descubra que eu sou eu e ela é ela, mas é uma porta – porque as dores na virilha persistem. não é nada que exija remédio ou coisa assim, é suportável mas é chatinho. dói quando levanto da cadeira, dói quando fico muito de pé. eu achava que podia ser aquela dorzinha de quando o útero começa a “migrar”, mas não, gente, é pior.

o diagnóstico da médica foi sensacional: buceta* inchada (*ela na verdade falou vulva, o que me lembra uma história divertida). ela inclusive informou que a bichinha tá roxinha, pobre dela. em termos médicos (ha ha ha! :D) é uma questão de circulação. como eu fico muitas horas sentada, a circulação fica comprometida e eu sinto dor. segundo ela, não é um problema que afete a mim ou ao bebê, é só incômodo. e passa se eu ficar com os pés pra cima ou usar meias de compressão.

então estou negociando um banquinho debaixo da minha mesa e vou ver as tais meias. mas francamente, nada paga um diagnóstico bizarro destes 🙂

e a barriga?

por enquanto eu senti o seguinte:

– a barriga de dentro tá empurrando a de fora, mas não o suficiente pra dar pra perceber diferença (afinal, eu já tinha barriga :D)

– as laterais da barriga estão mais firmes e dá pra sentir quando põe a mão que tem algo diferente. mas só pondo a mão…

– eu sinto um incômodo (que já foi confirmado como normal) nas regiões baixas 🙂 que descreveria como a dor que a gente sente quando anda muito de bicicleta. nada demais, mas é diferente

fora isso, o enjôo passou mas a sensação de estar constantemente cheia não passou. não consigo comer tanto quanto como normalmente, o que é provavelmente bom 😀

o xixi do meio da noite amenizou um pouco também, não acordo mais toda noite, apesar de beber a mesma quantidade de água. mas parece que isso dura pouco, logo logo eu volto a fazer xixi loucamente. oba (not).

as roupas todas ainda servem, mas descobri que tem uma razão: todas as minhas calças são de cintura baixa. enquanto meu quadril for o mesmo, as calças vão servir. espero que dure ainda uns meses!

bem, e os peitos… aquele inferno. enormes, pesados. mas pararam de doer, ufa.

e já que o babycenter menciona o assunto, sobre sexo: normalíssimo, nada mudou. e ótimo, como sempre 😀

preparação para o que virá

fomos visitar a primaluz e amamos. tudo combinado (e nada acertado, sendo tão cedo ainda…) e tou satisfeita com o acordo. a márcia (que é uma fofa) escutou o piolho com um aparelhinho legal – não sem dificuldade, porque o moleque foge – e nós nos divertimos com o processo.

precisarei de um médico por aqui pra pedir os exames e tal, e ela nos sinalizou que alguns médicos “apavoram” as mães e os pais quando descobrem que a opção é fazer o parto normal sem intervenção. bem, nós estamos 100% tranquilos com isso – não há médico que me convença de nada sem me explicar as coisas muito bem explicadinhas. é bom ele lembrar bem de tudo que aprendeu na faculdade pra desenhar e fazer diagramas, ou vai falar com as paredes…