às vezes eu tenho tanta, tanta saudade daquela peste rabugenta… e quando ele dormia, era um anjinho, olha que amor:

era o próprio pastel!
às vezes eu tenho tanta, tanta saudade daquela peste rabugenta… e quando ele dormia, era um anjinho, olha que amor:

era o próprio pastel!
Vou ficar um tempo sem ver meus filhotes. Sei que a saudade é diferente, mas me sinto tão triste e tão saudosa deles…
O Pastel era fofo, mesmo.
Beijo
Zelinda,
Labirintite?? Hm, isso é muito chato. Te cuida!
SAUDADE que nem sei!
beijo enorme,
Lindíssimo, meigo demais!
Agora, quanto ao seu blog, adorei a forma como você se expressa. Grande abraço!
que aconteceu? morreu?
o pastelzinho morreu, sim, de pneumonia, em janeiro de 2002. morro de saudade dele até hoje.