love is the pleasures untold

uma das coisas mais deliciosas da vida, recentemente experimentada, é amar não pelo que o outro diz, faz ou demonstra, mas simplesmente pelo que ele é, que não é pouco.

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ainda vou fazer uma série alternativa do antigo amar é… pra compartilhar um pouco das pedras no caminho de quem resolve se apaixonar, se relacionar com alguém e (coragem das coragens!) casar, vai umas das primeiras pérolas da série:

amar é… jogar as coisas na cara do outro (de preferência em público, pra evitar réplicas) 😉

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por esses dias entre fim de janeiro e início de fevereiro (eu obviamente eu não sei qual é o dia, shame on me) eu e o marido completamos 4 anos de história e 1 ano de apartamento novo/nosso. nenhum de nós dá bola pra “datas especiais”, mas aniversários de relacionamento são legais para lembrar de como as coisas aconteceram lá no ano 1, para rir dos desencontros e medos bobos e também para suspirar com a lembrança da paixão incontrolável da época (que graças a deus amenizou bastante, senão já estaríamos mortos a essa altura *hahahahahha*).

outra coisa legal desses eventos é ver que depois destes anos há sentimentos ainda mais fortes, uma história que não é de um só e a sensação gostosa de ainda ter muito a descobrir e viver juntos. como se fosse só o começo de tudo, a cada ano.

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olhem: casar é bom. vale inclusive o inferno que é descasar, quando as coisas não dão certo. é sério, acreditem em mim, eu já casei 3 vezes 🙂

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love is a shiny car

love is a steel guitar

love is a battle scar

love is the morning star

love is a twelve-bar blues

love is your blue suede shoes

love is a heart abused

love is a mind confused

love is the pleasures untold

and for some love is still a band of gold

my love has no reason has no rhyme

my love crossed the double line

love is a minor chord

love is a mental ward

love is a drawn sword

love is it’s own reward

ouça aqui.

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  1. presentinho em forma de poeminha…

    as tantas horas vividas,

    lindas horas minhs viúvas

    dizem, de riso perdidas:

    “tira o cavalo da chuva!”

    da chuva tirei-o, pois,

    e, como o bom senso manda,

    ficamos a sós, os dois,

    vendo a chuva da varanda.

    ai cavalo, ai cavalinho,

    não me comas essa flor,

    que abria nesse vasinho

    onde esta escrito AMOR.

    (mario quintana)

    bj, 🙂

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