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escutando a hora do brasil essa semana no carro, percebi que tenho dificuldade de entender esse conceito de juventude. o que é exatamente um jovem?

aparentemente, jovem é alguém de 15 a 29 anos (embora neste site diga que é de 15 a 24 anos). eu acho meio esquisito colocar no mesmo balaio gente de 16 e de 28 anos, mas…

podem me chamar de ignorante (até porque eu sou mesmo em muitos assuntos inclusive este) mas por que diabos é necessário definir mais uma categoria?

eu sabia que existiam crianças, adolescentes, adultos e idosos (com faixas etárias variando um tiquinho). agora descubro que não só existe agora uma nova categoria que sobrepõe duas destas anteriores mas que existe toda uma gama de “programas” e leis e etc. relacionadas a esta categoria específica!

hm, sei não. isso me cheira a poço-sem-fundo de dinheiro pra ONGs e etc., mas eu sou cínica, tá, deixa quieto.

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continuo lembrando vocês, mocinhas do meu brasil, que dia 23 de agosto (AGOSTO, tati :D), sabadão, nos encontramos no evento de luluzinhas.

pras moças que, como eu, não levam absolutamente nada a sério e querem se encontrar pra falar bobagem, não se intimidem com os posts sérios do blog do evento, tá? contem pelo menos comigo, ela, ela e ela pra falar besteira 😀 (além das outras que estão prometendo ir).

nós, mulheres abestalhadas, faremos uma desconferência para abordar a questão do uso do óleo de banana para tirar esmalte da unha, ou sobre o importantíssimo problema da inexistência de echalotas nos mercados de respeito desse país.

😉

(nada contra as moças sérias que escrevem em blog, pelamordedeus, é que eu quero garantir que as porraloucas-engraçadinhas também poderão se sentir à vontade por lá)

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e depois falam que é frescurite, ouçam essa: a moça que trabalha lá em casa (deus salve e conserve aquela maravilha de mulher) nos contou que seu marido anda jogando na cara que ela ficou fresca. o motivo? ela acostumou a comer os frangos caipiras que consumimos em casa, e quando come o frango-isopor padrão do mercado, estranha. ela percebe claramente a diferença de sabor e textura entre os bichos criados soltos e ciscando e daqueles pobres seres confinados e cheios de remédio.

e eu preciso dizer pra vocês que não são só os tomates orgânicos que têm um sabor incomparável – as beterrabas, gente. elas são divinas, doces, macias, um sonho. aquela salada de beterraba cozida bem temperadinha e ainda morna, ahhhhhh…

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duas dicas pra quem está em campinas:

empório santa therezinha (diz que tem em SP, eu não conheço). sensacional. para quem é trash, é claro, porque só tem coisas altamente engordativas e maravilhosas. a polenta de colher é de comer ajoelhado.

kilimanjaro – meu restaurante-basicão preferido da cidade. vários pratos vegetarianos saborosos, saladas ótimas, sobremesas melhores ainda. não é barato, mas vale. recomendo!

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e aqui em casa vamos antecipar o natal, vejam vocês: sábado vamos comprar bicicletas!

há anos estamos ensaiando, mas ter bicicleta em são paulo é foda. a gente morava num bairro que era praticamente só ladeira e tem o problema do assalto, não adianta. adoro o cambuci, mas não dá pra dizer que é exatamente um bairro seguro, né?

pois agora temos um condomínio monstruoso pra explorar e vamos lá escolher nossas bikes e sair peladando e assustando os patinhos. depois conto pra vocês qual eu escolhi, mas uma coisa eu sei: tem que ter cestinha 😀

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os furões vão bem: os velhinhos sendo muitíssimo cuidados, como sempre, e as meninas (já com 5 anos cada) estão 100% bem, para nosso alívio.

seguimos com aquela vida de quem tem bebê recém nascido – comida na hora certa, remédio, cuidado e muita atenção ao cocô e xixi. não é fácil, saibam.

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pode ser um surto psicótico meu, mas simplesmente não consigo achar um sapato e/ou uma bolsa que me dê vontade de comprar nas lojas. eu acho tudo medonho – o que são aquelas bolsas de couro metalizado / envernizado (é assim que escreve?) e cheias de ferros? elas parecem um ET que foi atropelado por um caminhão, sério. eu é que não quero carregar um ET pra cima e pra baixo, ridículo, ainda mais pra alguém do meu tamanho!

os sapatos são todos esquisitos, não sei explicar direito. ninguém mais usa sapatos simpáticos porém simples? pessoas criativas que querem usar algo diferentes têm que necessariamente se fantasiar pro desfile de escola de samba? tem dó.

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eu esqueci de contar, mas desde que fui pros USA a última vez sou uma mulher mais feliz – comprei 3 sutiãs na victoria secret (cujos cremes e perfumes eu detesto, aliás) e meus peitos finalmente estão confortáveis.

pra quem usa sutiã maior que 44, a produção nacional é uma tortura. os sutiãs simplesmente não servem, porque não levam em consideração a anatomia da usuária. vejam meu caso – tenho peitos grandes (mesmo quando mais magra), mas as minhas costas são estreitas, em comparação. então os sutiãs ficam apertados no peito e largos nas costas. fica medonho, odioso, eca.

os sutiãs americanos melhoram a auto-estima das peitudas. para os que moram nos estados unidos e por acaso um dia se compaderecem do meu sofrimento, eu uso 38DD e prefiro full coverage, obrigada 😉

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fizemos uma costelinha com molho barbecue semana passada que ficou uma merda. só pra compartilhar que nem tudo são flores aqui no reino dos vinhedos.

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não tenho ido a sampa quase nunca e, quer saber?, não sinto a menor falta. se não fossem os amigos e o mestiço

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  1. Sugestões de desconferências: por que não traduzem os livros da Nigella? Por não produzem sutiãs e roupas decentes para peitudas aqui no Brasil? (eu também sofro com isso) que tal fazer um mutirão para resolver esses problemas? 😛

    E mais uma utilidade para orgânicos: caipirinha feita com limão orgânico é di-vi-na!!!

  2. Vou resolver um problema pra você:

    Costelinha maravilhosa com Molho Barbecue

    1 xícara catchup

    1/2 xícara mostarda

    1 colher sopa mel

    2 colheres sopa vinagre vinho tinto

    3/4 xícara molho inglês

    tabasco

    pimenta

    2 colher açúcar mascavo

    1 colher sobremesa sal

    3 dentes grandes de alho

    Só misturar tudo. Aí você experimenta e vê se quer mais salgado, mais ácido, mais picante… Depois é só passar na costelinha e colocar no saco para assar e forno 180 graus.

    Geralmente uso uns 2 kg, 2.5 kg de costelinha para essa quantidade de molho.

    2 horas de forno a 180 graus dentro do saco. Depois remova o saco de assar, suba a temperatura para 210, 220 graus e deixe assar mais 1 hora.

    Sempre 3 horas para assar.

    Se tiver d[uvidas, me escreva.

    Beijo

    Fernanda

  3. Mas olha que coisa! O mestiço é aqui atrás de casa, no quarteirão de trás mesmo e eu nunca tinha ouvido falar! Fiquei curiosa pra ir ^^

    Até o luluzinhascamp e lá eu te dou um microfone decente pra você nos presentear com podcasts =)

    beijo

  4. Oi, Zel. Eu moro em Campinas e AMO o Santa Therezinha! O chope de lá é divino, fora os queijos, azeites, arrozes (??) diferentões, chocolates importados. Hummm!!! O único defeito que eu acho é ficar dentro de shopping. Gostaria mais se fosse na rua.

    Já o Kilimanjaro acho caro demais pro que oferece. Toda vez que insisto em ir lá, saio arrependida.

    Beijos!

  5. ana paula, eu não sei o que você pediu no kilimajaro, mas todos os pratos que eu comi foram uma surpresa ótima.

    o que eu comi e amei: hamburguer com shitake, polpetone com talharim, salada tailandesa, nuvem de chocolate, escondidinho de siri.

    pro meu gosto, tudo lá é bom, mas tudo depende do referencial, mesmo…

  6. AÊ, Zel, adorei! Vou adorar a porra-louquice, que ando de saco cheio de coisas sérias – tipo combate ao Azeredo e outros trens. Mas não conta pras meninas…

    Gente! vambora fazer uma tradução colaborativa da Nigella em podcast? Outras sugestões? Ah, fiquei sabendo que tem blogue sério de receita que vai mandar presente pras moças. Inscrevam-se!

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