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história #13: lúcia freitas

Como nasce uma amizade?

Há muitos anos, numa galáxia distante, havia uma jornalista apaixonada por internet. Ela escrevia, escrevia, escrevia. E navegava muito. Um dia, por causa da dona Fal, descobriu uma moça chamada Zel. Encantou-se. Gargalhou. Sorriu. Chorou. Emocionou.

Foi com você Zel que descobri os furões – e todas as suas questões de saúde. Comemorei contigo a batedeira nova. Dei risada do peru patolinha, que eu nunca fiz. Conheci o Weno, o Fer – e agora o Ivan, a Vera, o Norbies. Você me ensinou que planilha é mais que um programa no computador: também serve para escolher casa nova. Confesso que, apesar da admiração, ainda não consegui fazer planilhas como você e a Nospheratt. Dia destes, eu aprendo.

Eu deixava comentário, você respondia. Até que em 2008 a gente inventou o LuluzinhaCamp. E você, grande alma generosa, trouxe não apenas o seu sorriso e sitara, mas todo apoio do planeta para o projeto que começava. Nunca vou poder agradecer teu apoio, o empenho, a ajuda, a criação do grupo de discussão – que nasceu para a gente falar das comidinhas e virou comunidade!

Como explicar estes carinhos que se fazem de bits e saem da rede? Hoje, no último dia de maio, para variar quase no fim do prazo, eu sei que é feito dos vai-e-vens que são da vida mesmo: começam com um comentário, seguem com um e-mail carinhoso, com a admiração pela persistência e um dia, simplesmente viram abraço e festa.

E aí vem o pedaço bom, porque os zero e uns que fazem o digital viram presença, leitura, calor que pode acontecer inclusive (e não só) à distância. A gente se encontra, faz festa. A gente se ampara nos momentos tristes. E pode comemorar as vitórias juntas.

Parabéns, Zelinda, pelos 10 anos de blog. Que venham outros 10. Como diz a Nospheratt, um século em tempo de internet. Que este próximo tempo seja cheio de alegria, realizações e, como você desejou no começo deste ano – sem sofrimento.

blog: ladybug

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todo mundo conhece a lu freitas, né. se não conhece, é porque anda mal informado 🙂

a lu é um ser empreendedor. ela é literalmente “gente que faz”. a mulher foi ligada no 220v e não há o que desligue a criatura. é pensante, ativa, agitada, cheia de opinião e vida. ela tem gatos, amor pelos bichos e pelas pessoas. ela é mãe sem ser mãe (pelo menos ainda…) e está sempre atenta pro que pode dar certo. aliás, ela combina bem com a música: só quero saber do que pode dar certo / não tenho tempo a perder

eu não sei direito como conheci a lu pela web… ok, na verdade eu sei sim, é que eu não quero contar aqui com detalhes. eu iniciei uma conversa com ela por preocupação, na verdade. apesar de nunca ter trocado confidências com ela, percebi que havia possibilidade dela ser enrolada por uma pessoa que eu conheço muito bem, infelizmente, e que poderia fazer mal a ela. alertei, morrendo de medo que ela me mandasse catar coquinho e cuidar da minha própria vida, e a resposta dela foi tão gentil e carinhosa que me espantei.

a verdade é que sempre vi a lu como essa mulher poderosa e empreendedora de internet, daquele tipo de “nova celebridade” do mundo geek que se cerca de todo um glamour. vocês sabem de que tipo de celebridade de internet eu falo, né? ainda por cima ela é jornalista, que pra mim já tem um quê de distanciamento de nós pobres escrivinhadores…

mas ela não é assim, não. ela é gentil, atenciosa, apaixonada pelo que faz e muito generosa. ela ajuda quem precisar, agita mundos e fundos pra conseguir o que quer e está sempre ali se você precisar dela.

lu, você foi um achado pra mim nestes últimos anos. alguém pra compartilhar idéias, artigos sobre a internet no contexto empresarial, trocar idéias sobre meu “papel” como autora de um blog que não tem nenhuma intenção nem pretensão de ser nada mais do que ele é: um diário, um painel de avisos, um desabafo.

obrigada pela sua generosidade e carinho, pela receptividade, pela presença, pelas risadas. te adoro!

One comment to “história #13: lúcia freitas”
One comment to “história #13: lúcia freitas”
  1. melhor escrever agora, que acabei de ler e ainda tem lágrima molhada no rosto.

    ah, Zel, eu só posso agradecer à Deusa esta imensa alegria de ter te conhecido e contar, desde o início, com este cuidado tão carinhoso e delicado, brotado dos zero-uns.

    Que o sol brilhe pra gente. E só vamos saber do que pode dar certo. Porque ninguém tem tempo a perder, né? 😀

    amor, amor, amor.

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