quando sua mãe diz que é gorda

texto lindíssimo, traduzido neste blog: uma carta de uma mulher à sua mãe, contando como se sentia quando a mãe se auto-depreciava, e como sempre a viu como uma mulher linda.

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cada vez que uma mulher que influencia outras (direta ou indiretamente; de propósito ou não) se deprecia, ela atrapalha a auto estima das que se inspiram nela ou a amam.

cada vez que uma mulher comemora que “pode” usar a roupa X ou Y ou fazer Z porque está magra, machuca e atrapalha as demais ao seu redor, que procuram por referências e inspiração.

o que fazer? parar de julgar nossa aparência e nosso corpo, para o bem é para o mal. tratar nossos corpos como instrumentos que são, recipientes, nossa casa. com respeito e amor. assim, ensinamos aos nossos filhos, amigos e família que é OK ter qualquer tipo de corpo. parar de valorizar tanto emagrecimento ou body building. simplesmente parar de valorizar o que não devia ter tanto valor.

narciso vai gritar. deixa ele morrer de fome e sede, já vai tarde.

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