Walk the talk

[15-Maio-2013]

Walking the talk é essencial. Não só para dar o exemplo, quando temos filhos/crianças que desejamos inspirar e educar, mas principalmente para ser feliz.
Quando mentimos pra nós mesmos (e é isso que fazemos quando falamos uma coisa e fazemos outra!) gastamos uma energia enorme no processo de justificativa, seja pra nós ou para os outros. A inteligência às vezes é nossa inimiga, ela nos ajuda a inventar desculpas pra não fazer o que falamos.

De todos os esforços que faço na vida para ser uma pessoa melhor, o maior deles é fazer eu mesma o que digo aos outros que deve ser feito. E me empenho também em parar de dizer coisas que não consigo (ou quero) fazer. Procuro todo o tempo deixar pra lá o discurso vazio, que só serve pra me dar uma falsa sensação de aceitação quando quem ouve concorda e acha lindo o que eu disse. Dispenso confete, não me agrega nada.

Cada vez que escrevo algo, ou abro a boca pra manifestar meu pensamento, reflito se o que vou dizer pode ser importante e principalmente se realmente acredito e pratico o que digo. E erro, vira e mexe, graças ao ego, esse danadinho.

Por isso aqui está essa reflexão, menos para dar exemplo ou conselho, e mais para convidar cada um que lê a prestar atenção ao que fala/faz.

Consistência e coerência, combinados com uma dose de humildade (deixando o ego de lado um pouco) ajudam a ser feliz, a ter paz. Essa é minha meta 🙂

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