reprodução celular

Tou pronta pra apagar a luz e dar boa noite pro Otto e…

 

O: “sem querer ser chato, mas…”

 

F + Z: (PQP lá vem)

 

O: “… como é que a gente cresce SOZINHO?”

 

Z: “BOA NOITE PESSOAL!” (Apago a luz)

 

F+O: “VOLTA AQUI, MAMÃE!”

 

Finjo que não escuto e vim pra NetFlix.

 

Boa noite.

sombro

Otto ontem escreveu

 

SSÔNBRANSSÊLIA

 

e eu fiquei com um misto de horror, fascinação de um desejo meio vago de abrir uma empresa com esse nome.

 

😳🙄😂😬😀

uva passa

[mar-2016]

Otto abre o box e mostra “olha minha mão!” (Tá enrugada do banho) “é pra eu poder escalar pedras e não escorregar!”

**

Tão fofo, eu expliquei isso pra ele UMA VEZ há uns 3 anos, porque ele ficou muito impressionado com as mãos enrugadas depois de ficar na banheira. Ele não esquece <3

 

odd

Vocês acham a vida de vocês difícil?

 

Hoje a guerra nuclear apocalíptica para fazer a tarefa foi porque “eu não gosto dos números ímpares; não vou fazer essa tarefa porque não tem o numero 10!”.

 

Boa noite.

 

(Ah, e não fez a tarefa. Preferiu ir dormir mais cedo sem TV e sem brincar e chorando por 1h do que escrever a porra dos números ímpares)

frutas

Tarefa do Otto: escrever e desenhar frutas.

 

Fruta com vogal:

O: “Azeitona!”

 

Fruta com consoante:

O: “Tomate!”

 

Nós: “ABACAXI, BANANA, Otto!”

 

Esse menino é inteligente mas jamais será popular, gente, afe.

boolean

Otto fazendo lição hoje cedo, tinha uma questão que era escrever 5 palavras com V ou F. 🙄

 

Depois de muita negociação ele escreveu. Vou conferir… 5 palavras com V.

 

Eu: “Otto, mas tudo com V? Precisava colocar F também!”

 

O: “mamãe, é V *ou* F, e não V *e* F.”

 

Eu: (…) “… verdade. BOTA UMA COM F AÍ PRA ME AGRADAR ENTÃO, VAI!”

 

O: “F-L-O-R”

 

🙄❤

não lidamos bem com mudanças

Tou aqui, mas acompanhando. Todo dia é uma. Mudou a professora do Otto, avisaram hoje. Fernando lidando com a mudança:

 

F “Otto, qual o nome da outra professora que está na sua sala e que vai ficar no lugar da Ana Paula?”

O: “Eu não sei”

 

(Escrevi Pamella em um papel e entreguei para ele ler. Ele leu em voz alta)

 

F: “Otto, você já ouviu esse nome antes? Conhece alguém que tem esse nome?”

O: “Não”

 

*HAHAHAHA* (risos histéricos)

 

F: “Otto, esse é o nome da sua professora nova!”

 

E fiz ele repetir 7 vezes para decorar. 

 

Mais 7 e a gente conjurava ela aqui na cozinha mesmo

5min!

Eu: “Otto, quando tempo você ainda precisa?!” (Segunda vez que pergunto; ele não respondeu a 1a)

 

O: “eu tou pensando! Você tá sem paciência né?”

 

Eu: *rolling eyes*

 

O: “5 minutos, ó”

P I Z Z A

[fev-2015]

A gente não ensina o Otto a ler, porque achamos que não precisa e que ele terá todo tempo do mundo pra aprender, mas preciso contar pra vocês que hoje ele “leu” (reconheceu, né) a 1a palavra da sua vidinha! (Além de OTTO que ele conhece há um bom tempo, claro)

 

***

 

PIZZA.

 

Hahahhahahahahha 🙂 Atestado de ogro assinado e carimbado, junto com a confirmação de DNA.

 

Parabéns, papai Fernando, excelente trabalho! \o/

TPM é fichinha

[fev-2015]

Quem reclama de mulher na TPM é porque nunca teve que lidar com crianças de 4/5 anos.

 

Hoje eu brincava com o Otto de desenhar, mui pacificamente, eu tinha feito um arco-íris e ele me ajudava a pintar um “unicorn” (segundo ele) vermelho de bolinhas roxas.

 

O lápis é caran D’ache, aquarelar é legal né? Peguei a água, o pincel e encostei no unicorn, que virou um vermelho vivo, lindo.

 

Otto: “NÃAAAAAOOO!” (Coloque aqui a trilha de Psicose)

 

Mãe louca: “que foi???”

 

Otto: “eu queria o vermelho claaaaaaaaaaarooooooooooooo” (as lágrimas correndo, nível final de Titanic)

 

Mãe arrependida: “meu amor, desculpa a mamãe, achei que você ia gostar da aquarela e…”

 

Belzebu lvl1: “NÃO GOSTOOO, eu quero quero o unicórnio SECOOOO”

 

Mãe ficando impaciente: “Otto, eu pego um papel, eu seco!” (Conjura um papel. Seca. Considera pegar um secador de cabelos e se acha louca que mima o filho, se minha mãe visse isso me dava um sopapo)

 

Belzebu lvl5: “CLAREIA ELEEEE!” — enquanto limpa a meleca de nariz na minha calça limpinha.

 

Mãe já perdendo a paciência: “NÃO LIMPA O NARIZ NA MINHA ROUPA!” (“Mas eu quero te abraçar mamaiiimmmmm”) — tá bom, limpa aqui na blusa, tá bom.

 

Mãe culpada: “você tá triste, amor. Fica aqui que já já melhora e você fica bem…”

 

Pazuzu, girando o pescoço: “EU NÃO VOu FICAR BEM, EU NÃO QUERO FICAR BEEEM!!!”

 

(Pausa para ligar para o Padre Karras)

 

**

 

Eu poderia continuar esse diálogo por eras, que foi quanto durou o chilique.

 

Aí o pai chegou e ele mudou de assunto, enquanto eu fiquei com desejo de matar alguém, comer bife de unicórnio e com a calça cheia de meleca.

 

**

 

Ser mãe é tão bonito, né? <3