tou pegando o jeito…

essa semana foi boa, all-day-sickness-wise 🙂 comer em intervalos menores de fato é milagroso. ter contado pra nossa ajudante em casa que estou grávida também ajudou – pedi pra ELIMINAR alho do cardápio, ponto final. piolho-vampiro é temperamental.

semana passada comi num quilo (odeio, que conste) e dei azar de pegar alguma coisa que tinha alho misturado no meio. comecei a comer e a chorar ao mesmo tempo. eu tinha fome, e tinha ódio do alho. passei o dia mal por causa do resíduo de alho na boca – não há escovação que resolva.

batata frita é a salvação da minha vida. tou amando mais do que amava antes.

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fiz os exames de sangue e tá tudo ok, mas descobri que minha médica não pediu toxoplasmose dessa vez, não sei porque. e descobri também, do exame antes de engravidar, que eu não tive a bendita doença. GREAT. vou ter que ficar neurótica a gravidez toda pra não me contaminar. rubéola eu já tive, felizmente.

longe de gatos (fácil) e comidas cruas fora de casa (difícil). tudo muito bem lavadinho. lavar as mãos loucamente. oba.

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agora a ansiedade é pra chegar a 11a semana e fazer “o exame”. fico me perguntando o que diabos se faz se descobre que tá tudo errado, que tem risco, que o bebê tem problema. todo mundo fala do exame, mas ninguém fala do “e se…”. sei lá se é pra não assustar a gente, mas eu prefiro saber sobre o que pode acontecer!

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os peitos pesam to-ne-la-das. eu já era 38DD, meu povo. os sutiãs, como são poderosos, continuam servindo, mas o peso não tá brincadeira. e não dá pra encostar nos pobres, que dói. a denize e a maria (nossa ajudante) fizeram a mesma recomendação: o fer precisa usar esses peitos aí, minha filha. hahahahahahaha! precisa manipular os mamilos bastante, pra eles ficarem mais resistentes.

se alguém chegar perto dos meus mamilos neste momento, eu assassino. é tudo que tenho a declarar.

😉

os pequenos dramas da (quase) maternidade

nem pari ainda e já tem coisas que me preocupam em relação ao bebê. vacinar ou não, forma de tratamento médico (alopatia, homeopatia), alimentação, educação e outras coisas.

tenho amigas (como a dani e a denize) que são contra vacinação e não vacinam seus filhos; tenhos outras amigas e amigos (e família) que vacinam. não conheço histórias problemáticas em nenhum dos dois grupos, portanto não posso afirmar o que é melhor. pelo meu conhecimento do que é e como funcionam as vacinas contra viroses básicas, não vejo motivo pra não vacinar. mas estou disposta pensar no assunto.

assim como estou disposta a pensar em métodos de educação, tratamento médico e outras coisas. o essencial pra mim (e acredito que pro fer também) é que as decisões sejam baseadas em fatos comprovados e isentos, e não em impressão ou opinião enviesada. não tenho nada contra crenças, elas têm seu valor, mas – para o bem ou para o mal 🙂 – tanto eu quanto o fer somos ateus e céticos. precisamos de justificativa científica pra crer.

pessoalmente fico confortável com homeopatia, porque tive experiências positivas (muito embora não entenda ainda a explicação científica), mas não sei se submeteria meu filho a algo que não entendo mas que funcionou especificamente pra mim.

tenho bastante resistência a aplicação de restrições alimentares, por exemplo. é preciso me explicar com muito detalhe porque grávidas não devem comer alimentos crus, por exemplo. não sou supersticiosa e não dou crédito pra “cultura popular”. ou tem explicação, ou eu ignoro. vale o mesmo para crianças: não pode comer (sei lá, tou chutando) carne de porco até os 3 anos (ou chocolate). por quê? quais são os riscos? há alguma comprovação?

sinceramente não me importo de explorar novas possibilidades, eu inclusive gosto de mudar de idéia e abraço novas propostas com prazer. mas precisa me convencer. como eu não tenho crença, ideologia e nem religião definida, estou aberta a novas possibilidades… desde que muito bem fundamentadas 🙂

já vi que nos próximos anos vou ter que rever muitos conceitos…

onda de hormônios, ATIVAR

os enjôos vêm e vão, com menor intensidade. mas percebi algo importante: não posso ficar com fome. com a fome vem junto um enjôo danado, que demora a passar. ou seja: comer de 3 em 3 horas, sem falta.

tenho uma sede que não passa nunca, e ainda não acostumei a comer menos nas refeições. o alho me dá náuseas e tou uma chata pra comer. quero viver de batata frita com catchup e salada com muito limão.

perdi 2.5kg no último mês, o que é maravilhoso, considerando que ainda estou uma baleia cachalote. definitivamente não posso engordar na gravidez. acho difícil emagrecer, mas se der pra manter pelo menos o que estou agora (+5kg no máximo), vai ser mais suportável.

e estou chata, né. o desconforto físico deixa a gente meio de saco cheio.