e a barriga?

por enquanto eu senti o seguinte:

– a barriga de dentro tá empurrando a de fora, mas não o suficiente pra dar pra perceber diferença (afinal, eu já tinha barriga :D)

– as laterais da barriga estão mais firmes e dá pra sentir quando põe a mão que tem algo diferente. mas só pondo a mão…

– eu sinto um incômodo (que já foi confirmado como normal) nas regiões baixas 🙂 que descreveria como a dor que a gente sente quando anda muito de bicicleta. nada demais, mas é diferente

fora isso, o enjôo passou mas a sensação de estar constantemente cheia não passou. não consigo comer tanto quanto como normalmente, o que é provavelmente bom 😀

o xixi do meio da noite amenizou um pouco também, não acordo mais toda noite, apesar de beber a mesma quantidade de água. mas parece que isso dura pouco, logo logo eu volto a fazer xixi loucamente. oba (not).

as roupas todas ainda servem, mas descobri que tem uma razão: todas as minhas calças são de cintura baixa. enquanto meu quadril for o mesmo, as calças vão servir. espero que dure ainda uns meses!

bem, e os peitos… aquele inferno. enormes, pesados. mas pararam de doer, ufa.

e já que o babycenter menciona o assunto, sobre sexo: normalíssimo, nada mudou. e ótimo, como sempre 😀

porque mudança pouca é bobagem

não sei o quanto ficou claro, embora eu tenha mencionado em posts anteriores, mas queremos adotar nosso segundo filho. ou melhor, nossa segunda filha.

eu não pretendo engravidar de novo, por 2 motivos: não acho a gravidez exatamente agradável, e acho experimentar uma vez já satisfaz meus desejos de passar pela experiência.

por outro lado, acho absolutamente essencial que meu filho tenha irmãos. minha opinião é que ser filho único não é legal. com todos os problemas que tive/tenho com meus irmãos, tenho certeza que eu seria uma pessoa pior se eles não existissem. é um relacionamento que não tem substituição – amigos, por mais próximos e presentem que sejam, não são a mesma coisa que irmãos.

e por que uma menina? novamente, porque quero passar pela experiência de criar uma menina, já que teremos um menino. não tenho dúvidas que outro menino seria legal também, mas já que podemos escolher, escolheremos.

não sei quando a adoção vai acontecer de fato, pois queremos uma menina com idade compatível com a do piolho. provavelmente vai demorar, pois sabemos que esse é o perfil mais difícil, mas não temos pressa afinal de contas. só gostaria que não fosse muito depois dos 4 anos do moleque. entraremos com a papelada nos próximos meses, e aí é só esperar!

imaginamos – e sabemos, afinal viemos de famílias grandes – que criar mais de 1 filho ao mesmo tempo é difícil, mas pra nós é menos importante o nosso trabalho e mais importante que nossos filhos tenham irmãos. temos certeza que não é moleza, mas não tem problema. como se dizia na época da minha avó, quem cria um cria dois 🙂

conforme formos andando com esse processo paralelo, vou dando notícias.

preparação para o que virá

fomos visitar a primaluz e amamos. tudo combinado (e nada acertado, sendo tão cedo ainda…) e tou satisfeita com o acordo. a márcia (que é uma fofa) escutou o piolho com um aparelhinho legal – não sem dificuldade, porque o moleque foge – e nós nos divertimos com o processo.

precisarei de um médico por aqui pra pedir os exames e tal, e ela nos sinalizou que alguns médicos “apavoram” as mães e os pais quando descobrem que a opção é fazer o parto normal sem intervenção. bem, nós estamos 100% tranquilos com isso – não há médico que me convença de nada sem me explicar as coisas muito bem explicadinhas. é bom ele lembrar bem de tudo que aprendeu na faculdade pra desenhar e fazer diagramas, ou vai falar com as paredes…